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Mulher diz ter sido agredida por modelo em restaurante no Jockey Club de SP

Uma mulher diz ter sido agredida na noite de sábado (11) durante uma confusão no banheiro de um restaurante de luxo no Jockey Club, na Cidade Jardim, Zona Oeste de São Paulo. A publicitária e consultora imobiliária Milka Borges da Silva, de 33 anos, acusa a namorada de um dos sócios do restaurante Iulia pela agressão. Ela afirma ter tomado 40 pontos no rosto e feito cirurgias para recuperar movimentos da face após ser atingida por um copo de vidro.

Segundo o relato registrado em boletim de ocorrência, Milka estava na fila do banheiro do estabelecimento quando a modelo entrou exaltada tentando furar a fila, empurrando outras pessoas que aguardavam. Milka e uma amiga interpelaram a moça, que teria iniciado uma confusão.

“Ela ignorou que eu estava ali e me empurrou. Segurei por causa do seu descontrole ao vir em minha direção. Nisso, ela puxou meu cabelo, agarrou meu braço e arrancou meu colar, me arranhando. Mobilizei ela para que parasse. A amiga dela pediu para que eu a soltasse. Eu soltei e pedi pra amiga que ela parasse de puxar meu cabelo. Consegui fazê-la soltar meu cabelo e ela saiu do banheiro em direção aos seguranças e ao namorado dela”, contou a publicitária pelas redes sociais.No relato, a publicitária narra que, ao retornar ao banheiro acompanhada dos seguranças e do namorado, a mulher teria arremessado um copo de vidro que causou ferimentos. Milka levou 40 pontos no rosto e, segundo a irmã dela, já fez três cirurgias para recobrar os movimentos da face.O caso foi registrado na 34ª Delegacia de Polícia da Vila Sônia, onde um inquérito foi aberto para investigar o caso. No sábado (12), a vítima passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) do Jardim Taboão.

A vítima também acusa o restaurante Iulia de não ter prestado socorro diante da gravidade do corte.

“Quando consegui sair do banheiro, caminhando com dificuldade me sentindo fraca e achando que fosse desmaiar, consegui ir até a saída do restaurante e não recebi nenhuma ajuda dos seguranças, nenhum apoio ou assistência. O local não disponibiliza pronto atendimento no local. Aguardei a polícia e a ambulância, mas devido à demora e a grande perda de sangue, meus amigos me levaram ao hospital”, escreveu ela.

O caso foi registrado na 34ª Delegacia de Polícia da Vila Sônia, onde um inquérito foi aberto para investigar o caso. No sábado (12), a vítima passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) do Jardim Taboão.

A vítima também acusa o restaurante Iulia de não ter prestado socorro diante da gravidade do corte.

“Quando consegui sair do banheiro, caminhando com dificuldade me sentindo fraca e achando que fosse desmaiar, consegui ir até a saída do restaurante e não recebi nenhuma ajuda dos seguranças, nenhum apoio ou assistência. O local não disponibiliza pronto atendimento no local. Aguardei a polícia e a ambulância, mas devido à demora e a grande perda de sangue, meus amigos me levaram ao hospital”, escreveu ela.

Fonte: G1


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