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Polícia registra mais dois casos suspeitos de estupro no Colégio Magnum, em BH

Mais dois casos suspeitos de estupro no Colégio Magnum unidade Cidade Nova, na Região Nordeste de Belo Horizonte, foram registrados pela Polícia Civil. Agora, são quatro casos investigados pela polícia.

De acordo com o terceiro boletim de ocorrência, a mãe de uma das primeiras vítimas disse aos pais de um menino de 4 anos que a criança também havia sido vítima do ajudante de professor. O garoto de 3 anos teria relatado a existência de um quarto, com cama, nas dependências da escola, onde os abusos contra teriam sido cometidos. Essa criança relatou ainda a participação de outro professor.

Já o quarto caso registrado seria contra uma menina, também de 4 anos. De acordo com a polícia, a criança relatou que o suspeito teria tocado em suas partes íntimas.

Casos investigados
04/10 – Mãe de menino de 3 anos procura a polícia para registrar suspeita de estupro
06/10 – A mãe de outro menino de 3 anos vai à delegacia
07/10 – Após reunião com pais e direção da escola, outra família registra ocorrência
08/10 – Pai procura a polícia após filha de 4 anos relatar que um ajudante de professor teria tocado suas partes íntimas
Os policiais devem ouvir mais seis pais de alunos, nesta quarta-feira (9), na investigação de denúncias de abusos sexuais na escola. O inquérito foi instaurado nesta terça-feira (8) e, até o momento, pelo menos 18 pessoas foram ouvidas, entre pais, alunos e funcionários da escola.Os casos vieram à tona no último fim de semana, quando uma mãe procurou a polícia para denunciar um suposto de estupro do filho dela, de 3 anos. Alguns dias depois, outra mãe procurou a delegacia e relatou que o filho dela, também de 3 anos, teria sofrido violência sexual na escola.

Hudson Nunes de Freitas, auxiliar do professor de educação física, nega as acusações. “Eu estou de consciência limpa em relação a isso. O que me chateia hoje, me deixa triste, é ser acusado de uma coisa que não fiz”, disse o jovem, nesta terça-feira, em entrevista ao MG2.

Diante das novas denúncias, a TV Globo procurou novamente a defesa do suspeito e aguarda retorno.

A Polícia Civil informou que o caso está sob sigilo e que deve se pronunciar sobre o assunto, por meio de nota, até o fim do dia.

O que diz o Colégio Magnum
A instituição foi procurada pelo G1 nesta quarta-feira (9), mas, até a última atualização desta reportagem, não havia comentado as novas denúncias.

Em nota divulgada na terça-feira (8), o colégio informou que “prestou os esclarecimentos necessários à Polícia Civil e aguarda a conclusão das investigações, cujo inquérito tramita sob sigilo. Sobre o afastamento do colaborador, a instituição reforça que a rescisão do contrato de estágio visou preservar a integridade de todos os envolvidos e a transparência da apuração do caso”.

Fonte: G1


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