- Política

Indicadores positivos fazem dólar cair e Bovespa subir; União aprova recurso para Saúde do Rio

O Ibovespa fechou as atividades desta quinta-feira (12) com alta de 1,11% e recorde de 112.199 pontos, após notícias positivas na economia brasileira e no exterior. O risco país também caiu ao menor nível em sete anos e o dólar recuou 0,62%, para R$ 4,09. Analistas agora projetam um início de 2020 com mais fôlego do que previam há poucos meses.

Em seu título principal, O Estado de S.Paulo destaca que o “pacote de boas notícias” na área econômica inclui até uma mudança na nota brasileira por agências de classificação de risco. A expectativa é de evolução de estável para positivo, por exemplo, pela agência norte-Americana Standard&Poors.

O novo corte da Selic, de 5% para 4,5%, anunciado esta semana pelo Banco Central, e a perspectiva do acordo comercial entre Estados Unidos e China devem contribuir para o novo quadro que se avizinha.

O Estadão lembra que, assim como a indústria e o varejo, o setor de serviços já teve saldo positivo, com alta de 0,8% em relação ao mês de setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os indicadores ajudam a traçar um novo cenário com humor melhor na economia, diz o jornal.

De acordo com o matutino paulista, a melhora ainda é lenta devido a queda dos anos anteriores. Porém, os novos fatores deste fim de ano elevaram as perspectivas dos economistas para 2020. “Indicadores positivos derrubam dólar e risco país; Bolsa bate recorde”, afirma a manchete do Estadão.

Empréstimo para o Rio

Em seu destaque principal, O Globo informa que o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, fechou um acordo em Brasília que vai disponibilizar R$ 150 milhões aos cofres do município. O resultado positivo surgiu após Crivella se reunir, na capital federal, com o presidente Jair Bolsonaro.

O acordo foi firmado enquanto a prefeitura do Rio discutia com na Justiça o arresto de R$ 300 milhões para pagar salários atrasados de funcionários terceirizados da Saúde.

O valor anunciado encerra, inclusive, uma ação judicial na qual a prefeitura cobra suposta dívida da União relacionada a 23 unidades federais de saúde municipalizadas entre 1994 e 2000. Segundo o Globo, o acordo será formalizado nesta sexta-feira (13), no Rio, por Crivella e o ministro da Saúde em exercício, João Gabbardo.O matutino carioca também classifica a intervenção de Bolsonaro como decisiva para o sucesso do prefeito do Rio. Conforme admitiram assessores de Crivella ao jornal, até a tarde desta quinta-feira (12) a Advocacia-Geral da União (AGU) não estava convicta da viabilidade do acordo. “União vai liberar R$ 150 milhões para Saúde após apelo de Crivella”, sublinha a manchete do Globo.

Em seu texto principal, a Folha de S.Paulo mostra que o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta quinta (12), para considerar crime o não pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) declarado pelo comerciante à Fazenda estadual. O pedido de vista do presidente da corte, ministro Dias Toffoli, adiou o fim do julgamento para a próxima quarta (18).

Maioria formada no STF

O plenário do STF fechou a sessão desta quinta (12), contudo, com placar de 6 votos a 3 pela criminalização. Além de Toffoli, ainda falta votar o ministro Celso de Mello.

A discussão é se o não pagamento do imposto sobre circulação de mercadoria e serviços é inadimplência ou considerado crime como o de apropriação indébita.

O caso usado como base é o de dois empresários de Santa Catarina. Nele, o comerciante recebeu do consumidor o valor do imposto embutido no preço da mercadoria, mas não repassou ao estado. “STF forma maioria para criminalizar calote de ICMS”, ressalta a manchete da Folha.

Fonte: G1


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