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Coudet deixa futuro aberto em razão de eleição no Inter, mas sugere acordo entre candidatos

Além de analisar a segunda vitória do Inter sobre o Atlético-GO e a classificação às quartas de final da Copa do Brasil, o técnico Eduardo Coudet comentou sobre o futuro no clube na entrevista coletiva pós-jogo. Já na madrugada desta quarta-feira, o argentino foi comedido ao falar sobre a permanência no Beira-Rio.

No dia 25 de novembro, ocorrerá o primeiro turno da eleição presidencial no clube. Os candidatos Guinther Spohde, Alessandro Barcellos, José Aquino Flores de Camargo e Cristiano Pilla postulam o cargo. Coudet revelou uma conversa com o presidente atual, Marcelo Medeiros, para tentar unir forças pelo bem do clube.

– Lógico que há uma influência política pelo que terá o clube no final do ano. Nenhum de nós sabe se seguirá aqui. Terá outra autoridade. É um clima distinto. Eu falei com o presidente outro dia. O mais conveniente é que chegassem os quatro candidatos, tivessem um acordo para reforçar o grupo e ajustar neste período final. Mas não sei se é possível. Não sou eu quem pode definir – declarou.Neste contexto político, o técnico trata os meses de novembro e dezembro como “diferentes” em relação a janeiro, quando um novo presidente estará no comando colorado. Ele voltou a cobrar que, sem reforços, dificilmente o Inter terá condições de brigar pelos títulos simultâneos de Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores.

– São dois meses diferentes. A janela está para fechar. Não sabemos se poderemos contratar. Creio que todos os candidatos, a partir de janeiro, desejam ver um time lutando em cima. Mas, com as três competições juntas, será difícil. Sei o que cobrarão. Tomara que encontremos uma solução que seja mais simples – acrescentou o treinador.

Fonte: Globo Esporte


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