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Kaká explica desafio de Paquetá no Milan e reforça torcida: “Que faça história”

Um jovem talento brasileiro desembarca em Milão para vestir a camisa de um dos mais vencedores clubes europeus. Aos 21 anos, ele chegará com a chancela de ter sido revelado por um dos grandes times do Brasil e cercado de expectativas da torcida rossonera. As trajetórias de Kaká e Lucas Paquetá podem ter suas semelhanças, mas a revelação do Flamengo encontrará em janeiro um Milan em situação bem diferente daquela que o são-paulino viu ao pisar pela primeira vez no San Siro.

Se na época de Kaká o Milan acabara de conquistar o sexto título europeu, hoje o time de Milão vive momento de reconstrução, com novos donos e lutando para voltar à Liga dos Campeões após cinco anos.

Apesar disso, não faltará apoio para que Paquetá se adapte ao futebol da Velha Bota. Da presença de Leonardo, responsável direto por sua contratação, no comando do futebol milanista, à torcida de Kaká, com quem tem sido constantemente comparado pela mídia italiana.

Para Kaká, que fez história com a camisa do Milan e foi o último brasileiro a ser escolhido o melhor do mundo, as comparações só cessarão quando Lucas colocar seu talento em campo.

– Ele tem que fazer o jogo dele e, aos poucos, essa comparação vai diminuindo. É normal, sempre houve e sempre vai existir. No começo, a imprensa sempre busca uma referência. Aos poucos, vendo o estilo dele, a forma de jogar e a evolução dele, ele vai se desvinculando disso. Eu desejo realmente que ele faça história no Milan – disse o ex-jogador, que participou do jogo solidário “Futebol Contra a Fome”, nesta quarta-feira, em Uberlândia.

Na torcida pelo jovem meia brasileiro, Kaká, que hoje auxilia na gestão do futebol do Milan, detalhou como será o desafio na Europa e espera que Paquetá aproveite a oportunidade de se desenvolver ao lado de grandes jogadores.

– Eu fico feliz, primeiramente, pela ida dele a um clube que me abriu as portas na Europa. O Milan recebe e tem uma ligação muito grande com os brasileiros. Desejo muita sorte e que ele possa fazer uma carreira brilhante na Europa. Ele tem que aprender (a viver com a pressão de jogar na Europa e por ser novo). Ele sabe muito e tem que usar todo esse instinto e talento para jogar. Ele estará lá entre os melhores do mundo, melhores contatos, a escola italiana e outras escolas para ele se desenvolver cada vez mais e se tornar um jogador mais completo – finalizou.

Fonte: Globo esporte


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