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Na Polônia, Brasil abre a Liga das Nações contra os Estados Unidos e pode ter a estreia de Leal

O primeiro passo oficial da nova caminhada será dado nesta quinta-feira. A principal atração, porém, ainda não está confirmada. Às 12h30, no horário de Brasília, a seleção masculina de vôlei abre a Liga das Nações contra os Estados Unidos. Ainda com desfalques e em processo de formação, o Brasil poderá ter a estreia de Leal, o primeiro estrangeiro naturalizado a defender a equipe nacional. O SporTV2 transmite a partida ao vivo, e o GloboEsporte.com acompanha tudo em Tempo Real.

O caminho até aparecer na lista de convocados para a seleção brasileira durou quatro anos. Leal, de 30 anos, nasceu em Havana, trilhou seu caminho até a equipe nacional cubana, mas, ao acertar com o Cruzeiro, em 2012, fez do Brasil sua nova casa. Considerado um dos melhores ponteiros do mundo, reafirmou sua vontade de vestir a camisa brasileira desde o início de seu processo de naturalização. A espera, enfim, acabou.

– Meu sonho era poder jogar na seleção e isso está cumprido. Estar aqui significa muita responsabilidade, pois jogar em uma seleção como a do Brasil é saber que temos que lutar por todos os títulos. A minha parte já está sendo realizada, mas, meu maior sonho, sem dúvida, é ser campeão olímpico. Nós teremos uma equipe muito boa, uma seleção forte e vamos lutar por este campeonato e quero ajudar a ganhar logo nessa chegada – afirmou o ponteiro.

Além dos americanos, o Brasil encara Austrália, no sábado, às 9h, e os donos da casa, no domingo, às 12h. Um dos desfalques é Bruninho, companheiro de Leal no Civitanova. O levantador está de folga e deve se apresentar ao grupo na terceira semana da Liga das Nações. Até lá, Lucão assumiu o papel de capitão da equipe.

– O Renan me chamou para conversar e falou sobre o fato de o campeonato do Bruno estar acabando muito tarde e que, como todo ser humano, ele merecia uma folga. Como sou o mais velho, o mais experiente aqui, herdei essa tarja de capitão que já já volta para o Bruno. Não sou muito de falar, mas a minha liderança é passada de outra forma, no estudo e na percepção das coisas durante o jogo. Com o passar do tempo vamos aprendendo a lidar com certas situações e talvez isso gere uma voz importante dentro do grupo – afirmou o central.

Renan Dal Zotto elogiou a força dos rivais da estreia. Para o treinador, ainda que o time americano não esteja completo, é uma equipe complicada de ser batida.

A seleção americana é uma velha conhecida de todos nós. Neste momento não está completa, mas é sempre uma equipe muito perigosa. Alguns jogadores importantes estão presentes, como o Sander, que fez uma temporada brilhante no Brasil. É um time que talvez tenha como sua principal qualidade o volume de jogo – disse Renan.

Fonte: Globo esporte


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