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Autor de ‘Deus Salve o Rei’ justifica final trágico de Catarina: ‘Por atos’

Bruna Marquezine gravou nesta quinta-feira (26) as cenas da condenação de Catarina à forca em “Deus Salve o Rei”. Em entrevista divulgada pela Globo, o autor da trama das sete, Daniel Adjafre fundamentou o fim trágico da vilã. “Catarina cometeu diversos crimes, e a lógica naquela sociedade, como em qualquer outra, é que criminosos paguem por seus atos”, disse o novelista. O casal de protagonistas, Amália (Marina Ruy Barbosa) e Afonso (Romulo Estrela), por outro lado, terá o tão aguardado final feliz, mas diferente do que alguns telespectadores apostavam. “Muita gente apostava que, no final, descobririam que Amália era uma nobre, filha de rei e, por isso, poderia se casar com Afonso. Mas os dois personagens têm uma trajetória de conquistas. Afonso e Amália lutaram o tempo todo pelo direito de ficarem juntos. Não seria justo um golpe de sorte se sobrepor à luta deles”, disse.

‘Vai tentar ajudar a filha até o último instante’, diz sobre Brice
A mãe da vilã, Brice (Bia Arantes) tem importância fundamental na reta final, pois tem se mostrado aliada da personagem. “Ela tentará ajudar a filha até o último instante. É bom deixar claro que Brice é uma personagem amoral. Ela mesma já disse que o certo e o errado são relativo”, disse. O autor foi questionado ainda sobre o laço maternal entre a feiticeira e a antagonista da trama. “Foi uma ideia que surgiu da equipe, ao longo das reuniões de planejamento. Catarina sempre desdenhava de Amália por ela ser uma plebeia. Então tudo começou a fazer sentido”, contou Daniel Adjafre.

Selena não tinha ambição de ser princesa, afirma autor: ‘Queria provar que era guerreira’
A coroação de Selena (Marina Moschen) como rainha da Lastrilha também foi comentada por ele: “Selena nunca teve esse tipo de ambição ou sonho: virar princesa. O que ela queria, já conseguiu, que foi entrar para a academia militar e provar a todos que podia ser uma guerreira”, afirmou o autor, avaliando o processo de construção da trama medieval: “Desde o início eu imaginei um local fictício e um ano não determinado justamente para não ficar refém do rigor histórico. O mais importante era fazer com que as pessoas se identificassem com as tramas e personagens, traçar paralelos consistentes com a época atual. E acho que funcionou. Ulisses e Selena, por exemplo, jamais se comportariam daquela forma há 600 ou 700 anos. Mas a relação deles foi construída de modo a ficar atual”.

Fonte: Purepeople


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