- Polícia

Equipes da Depca cumprem mandado de prisão preventiva por estupro de vulnerável, na sede da Especializada

Homem abusava da própria enteada desde o ano de 2018, quando a vítima tinha 10 anos

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), cumpriu na tarde de quarta-feira (16/06), por volta das 15h, mandado de prisão preventiva em nome de um homem, de 44 anos, por crime de estupro de vulnerável que teve como vítima a própria enteada. Os abusos sexuais ocorriam desde que a menina tinha 10 anos de idade; atualmente, ela está com 14.

A prisão ocorreu na sede da Especializada, após o comparecimento do homem na unidade policial, juntamente com seu advogado, para ser ouvido sobre o caso.

De acordo com a delegada Joyce Coelho, titular da Depca, a criança começou a ser abusada no ano de 2018, na residência deles, localizada no bairro Parque das Nações, zona norte. A mãe da menina e esposa do indivíduo saía para trabalhar, e ele se aproveitava da situação para cometer o crime.

“A mãe trabalhava fora e, enquanto estavam sozinhos, o padrasto da menina a explorava sexualmente. No mês de março deste ano, a vítima ameaçou o indivíduo dizendo que contaria tudo a sua genitora, porém, ela relatou os fatos primeiramente a um primo, e depois a sua mãe. Em abril do mesmo ano, a vítima e a mãe compareceram na Depca, e fizeram um Boletim de Ocorrência sobre o caso”, contou a titular.

Conforme a autoridade policial, as equipes de investigação da Especializada, de imediato representaram por medidas protetivas de afastamento, visando a proteção da vítima, e, ao analisar o pedido feito pela delegacia, a juíza Lídia de Abreu Carvalho Frota, do Plantão Criminal, expediu o mandado de prisão preventiva, no dia 10 de abril deste ano, em favor do homem.

Prisão – O indivíduo foi à Especializada para ser ouvido acerca do caso, momento em que foi cumprido o mandado de prisão dele, na sede da unidade policial.

Procedimentos – O infrator irá responder pelo crime de estupro de vulnerável. Após os procedimentos cabíveis, ele será encaminhado à Central de Recebimento e Triagem (CRT), onde ficará à disposição da Justiça.

Fonte: Divulgação


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