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Força Tarefa dos órgãos de segurança no combate aos criminosos não tem prazo para terminar

Depois de concederem entrevista coletiva na Delegacia Geral durante a tarde de ontem, o secretário de segurança pública, Coronel PM Anézio Paiva e o delegado-geral Mariolino Brito, reafirmaram hoje pela manhã que o trabalho da força tarefa envolvendo os 34 delegados e suas respectivas equipes vão continuar nas seis zonas da cidade.
De acordo com Anézio Paiva, o objetivo desses policiais é investigar e prender os autores dos 14 homicídios ocorridos no último final de semana. “É dessa forma que a Secretaria de Segurança, através da Polícia Civil vai agir. Otimizar os meios criando essa força tarefa para brecar esses crimes”, explicou.
Trabalhando em parceria, a Secretaria de Segurança colocou 10 equipes nas ruas através da Seai e Seaop, para dar apoio aos delegados que estarão combatendo os criminosos que cometeram esses homicídios que assolaram a cidade de Manaus.

Equipes vão continuar investigando

A força tarefa é um grupo de elite e foi criado justamente para dar uma pronta resposta aos homicídios. Os Distritos Integrados de Polícia (DIPs), vão continuar funcionando normalmente, tanto na capital quanto nos municípios que compõem o estado do Amazonas.
O delegado-geral Mariolino Brito salientou que as prisões estão sendo efetuadas e os autores dos homicídios apresentados na delegacia de homicídios, Denarc e DRCO e que um foragido da justiça foi preso pela Seaop.
“O objetivo é elucidar os fatos e prender os envolvidos. Como disse o secretário de segurança, esse trabalho não vai parar e será potencializado cada vez mais”, enfatizou.
A parte de inteligência será feita pela Seai em parceria com Denarc e delegacia de homicídios em sintonia com os 34 delegados.
Os órgãos de segurança pública também fizeram parceria com o Tribunal de Justiça, através da Corregedoria para emitir mandados de prisões, buscas e apreensões.
“Essa é uma guerra de facções que brigam pelo domínio de território do tráfico. A missão da força tarefa é inibir, coibir e prender esses criminosos”, concluiu Anézio Paiva.

Texto: Juscelino Costa

 


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