- Cultura

Exposição ‘Uýra, a árvore que anda’ abre em galeria de artes visuais do Largo São Sebastião nesta sexta-feira (26)

Com uma exposição que traz as linguagens de fotografia, vídeo e instalação baseada em acervo histórico da drag queen Uýra Sodoma, uma entidade em carne de bicho e planta que habita e reflete Manaus, abrirá sua exposição “Uýra, a árvore que anda” como parte da Programação da Virada Sustentável na capital.

O evento acontece nesta sexta-feira (26) às 19h, na Galeria de Artes Visuais do Largo. A exposição é do artista visual Emerson Munduruku, sob curadoria de Keila Serruya e comunicação visual por Balaclavo e Mendes Auá.

A partir do olhar para a cidade e para a floresta, a exposição propõe repensar o que chamam de “natural”. Segundo o artista, é um estímulo do olhar para o cotidiano, onde habita um conjunto de belezas e caos invisíveis.

“Ao longo da história sempre resinificamos o que é “natural” e mais uma vez temos este desafio e oportunidade. É urgente. Repensar essa zona de conforto é o que propomos. É sobre como fazer uma Árvore Andar. Na verdade, as árvores se movem, e muito, só precisamos olhar com atenção”, conta o artista.

Ainda conforme o artista, ele entende que é na rua que está a maior da parte da população. “Para chegar à cidade, as obras fotográficas da exposição também estarão nas ruas, em zonas de grande circulação a partir de lambes que serão colados após a abertura da exposição na galeria”, completa.

A exposição, enquanto espaço de educação e estímulo à reflexão, também contará com a realização de uma oficina de maquiagem artística e uma roda de conversa. A oficina de maquiagem “Morfose, criação de seres em Si” será gratuitamente realizada no dia 16 de agosto e será ministrada pelo artista visual Emerson Munduruku.

A roda de conversa “Arte, gênero, raça e periferia” será realizada no dia 15 de agosto e contará com a presença de Keila Serruya (Produtora, Artista Visual e Realizadora Audiovisual), Emerson Munduruku, Maria Morais (Artista e Educadora Social), dentre outros convidados.

Acessibilidade
Para garantir o acesso democrático à exposição, a Galeria dispõe de acesso à cadeirantes e as obras serão acessíveis a pessoas com deficiência auditiva e visual, com vídeos em Libras e obras de texto audiodescritas.

Fonte: Divulgação


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