O Rio de Janeiro vai ter uma “sala de crise” durante o carnaval. A notícia foi antecipada pela coluna de Ancelmo Goes desta sexta-feira (31) no jornal O Globo.
O gabinete, tal como o Centro de Operações Rio, vai monitorar a cidade a partir de 8 de fevereiro até o dia 1º de março, após o encerramento do Desfile das Campeãs.
A iniciativa é da Prefeitura do Rio.
Uma sala de monitoramento dedicada já tinha sido criada para a Copa do Mundo de 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016.
A sala de crise será chefiada pela Secretaria de Eventos e a Riotur e vai reunir representantes de todos os órgãos ligados à festa, como a PM e a Guarda Municipal. A ideia é dar agilidade na tomada de decisões quando houver incidentes — como a confusão no Bloco da Favorita, dia 13.
Durante a semana, acontecem os planejamentos operacionais que são executados aos sábados e domingos. E, nas semanas seguintes, as reuniões de alinhamento, em que será avaliado o que foi feito e o que pode melhorar.
Confusão na abertura
A abertura oficial do carnaval de rua reuniu, segundo a prefeitura, 300 mil pessoas. Após a passagem do bloco, porém, em resposta a um tumulto, guardas municipais e policiais militares jogaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar a multidão.Segundo relatos publicados em redes sociais, houve brigas e arrastão na areia após a apresentação do bloco. Foram cinco carros da Guarda Municipal quebrados, centenas de atendimentos na região e 25 prisões em flagrantes registradas até o final do evento.
A Guarda Municipal afirmou que, no momento da dispersão, uma equipe foi atacada por ambulantes que atiraram garrafas de vidro, pedras e outros objetos, quando os agentes tentavam liberar a rua.
Fonte: G1
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