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Sinal de GPS de celular ajudou a localizar médica em ribanceira após quase 30 horas desaparecida em SC

A médica Mariana Fossati, de 31 anos, que foi encontrada em uma ribanceira após um acidente de carro na BR-470 e quase 30 horas desaparecida, foi localizada por causa do rastreio do sinal de GPS do seu celular, de acordo com familiares e policias militares envolvidos nas buscas.

Após ser resgatada pelos bombeiros, ela passou por cirurgia na tarde de segunda para a retirada do baço em Curitibanos, no Oeste catarinense, segundo a madrasta, Cibelle Fossati.

Mariana desapareceu na madrugada de domingo (18), quando saiu para trabalhar, e foi encontrada na manhã nesta segunda-feira (19) às margens da BR-470, em Pouso Redondo, no Vale do Itajaí.Um motorista que passava pela Serra avistou o carro em meia à vegetação e acionou o socorro, que já estava na região realizando as buscas. Segundo os bombeiros, Mariana estava caída em uma ribanceira com ferimentos e sinais de desnutrição.

Para o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Adriano Fiamoncini, a estratégia de compartilhar a localização em tempo real durante as viagens é uma opção que deve ser usada, mesmo em locais onde o sinal do celular possa não funcionar.Mariana saiu de casa em Curitibanos com destino a Taió, no Vale do Itajaí, por volta das 5h de domingo. Contudo, ela não concluiu os cerca de 90 quilômetros do trajeto até o hospital onde trabalha, o que gerou preocupação entre familiares e colegas.

O acidente ocorreu durante o deslocamento de Mariana na BR-470. De acordo com os bombeiros, a suspeita é de que a médica tenha perdido o controle da direção do carro e, ao sair da pista, caiu na ribanceira.

Ao chegarem ao local, os agentes encontraram a vítima do lado do veículo com algumas escoriações, sinais de desidratação e consciente.

A vítima foi conduzida ao Hospital Hélio dos Anjos Hortiz, em Curitibanos, onde realizou a cirurgia de retirada do baço durante a tarde de segunda. O órgão foi afetado pelo acidente, mas detalhes não foram informados pelos familiares nem pela unidade de saúde.

Fonte: G1


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