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Venezuelanos tentam entrar no Brasil com arma e munições, mas acabam presos em Pacaraima

Luiz Arturo Gonzalez, de 32 anos, Angel Luiz Belizario, de 56, e Angel Alexander Romero, 41, foram presos em flagrante na tarde dessa segunda-feira (1º) após tentarem entrar no Brasil com uma pistola, carregadores e munições em Pacaraima, fronteira com a Venezuela.

Conforme o relatório da Polícia Militar, os três foram abordados quando tentavam entrar em Pacaraima pela principal rota candestina utilizada por venezuelanos que entram e saem do país vizinho mesmo com a fronteira fechada há 40 dias.

Na ocorrência dessa segunda (1º), nenhum dos três venezuelanos assumiu a posse da arma e munições. O caso foi entregue na sede da Polícia Federal (PF).

A rota alternativa passou a ser fiscalizada no dia 10 de março após a intensificação no fluxo de carros e motos de venezuelanos e brasileiros que entram e saem do Brasil, muitos deles para comprar comida em Pacaraima e retornar à Venezuela.

Crise na fronteira
Com o fechamento da fronteira com o Brasil, o presidente venezuelano Nicolás Maduro proibiu a população de receber a ajuda humanitária internacional, solicitada pelo opositor, o autoproclamado presidente interino Juan Guaidó. Maduro vê a oferta de países como o EUA e o Brasil como uma interferência externa.

A atitude gerou conflitos internos entre a população e a Guarda Nacional Bolivariana (GNB). Alguns dos feridos nesses confrontos foram trazidos para Roraima, com permissão de atravessar a fronteira.

No chamado “Dia D”, dois caminhões com alimentos e medicamentos partiram da Base Aérea de Boa Vista para Pacaraima com o intuito de entregar a ajuda, mas foram impedidos de atravessar, gerando uma confusão generalizada na fronteira.

No lado brasileiro, venezuelanos atiraram paus e pedras contra a Guarda Nacional Bolivariana que impediram a passagem dos caminhões e também proíbem o livre tráfego entre os dois países. Os militares revidaram com pedras e bombas de efeito moral. Uma base militar chegou a ser incendiada pelos manifestantes.

Fonte: G1


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