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Dona de casa deixa o aluguel, realiza o sonho da moradia própria no Residencial Manauara 2 e destaca celeridade da prefeitura

Desempregada há quase dois anos, Deusiane Corta de Almeida, 28, contemplada no sorteio realizado pela Caixa Econômica Federal, é uma das 500 famílias manauaras em situação de vulnerabilidade social que realizaram o sonho da casa própria ao ser beneficiada com uma moradia popular do residencial Cidadão Manauara 2, etapa B, no bairro Santa Etelvina, zona Norte. Ela agradeceu à atual gestão da prefeitura a celeridade em iniciativas como essa, que visam privilegiar quem mais necessita das moradias populares.

“Primeiramente, quero agradecer a Deus, porque sem Deus a gente não é nada. É gratidão a todo o conjunto da obra, à Prefeitura de Manaus, ao prefeito David Almeida com toda coordenação e equipe, que tem ajudado muitas pessoas a realizar esse sonho. Que esse é um sonho que, pode sim, se tornar realidade, como se tornou o meu. Hoje, eu estou aqui na minha casa, estou feliz. Está sendo muito maravilhoso”, disse emocionada.

Desde o dia 18 de agosto, Deusiane vivencia a concretização do sonho de ter a casa própria por meio do programa habitacional da Prefeitura de Manaus, que integra o programa federal “Casa Verde e Amarela”, do Ministério do Desenvolvimento Regional.

“O sentimento é de gratidão, porque o local onde a gente morava não era meu, tem um dono. O dono não quer saber se eu tenho o que comer, se eu tenho onde morar, ele quer saber do valor do aluguel depositado em sua conta na data do pagamento. Eu tendo o que é meu não preciso passar por constrangimentos”, disse a dona de casa, relatando que sempre sonhou em ter uma casa para morar com sua filha Maria Clara, 12.

Logo no início da pandemia da Covid-19, Deusiane perdeu o emprego e ficou sem condições financeiras para manter as despesas da casa onde morava alugada com a filha. “Assim que começou o caos que assolou nosso país por conta do novo coronavírus, eu fiquei desempregada porque o comércio local fechou as portas. Com isso, pedi ajuda do meu irmão, que também morava alugado, mas que acolheu minha família de braços abertos. Ele passou todo período de pandemia vendendo produtos naturais de casa em casa e foi assim que ele deu suporte para nossa família, arcando com todas as despesas”, destacou ela.

A dona de casa conta que havia perdido a esperança e que não esperava por uma notícia que iria mudar totalmente sua realidade. “É um sonho que todo mundo sonha em ter, mas poucas pessoas infelizmente conseguem. Então, agora eu falo para minha filha que o dinheiro que a gente pagava aluguel já será destinado para comprar as coisas para Maria Clara. Quando você se torna mãe, você não pensa mais em si, pensa somente nos filhos. E, é nela que eu penso. Eu quero tentar dar para ela o que eu não pude ter”, relatou Deusiane, ressaltando que só veio acreditar que tinha sido contemplada quando viu o seu nome na lista dos sorteados.

Contemplados

As famílias foram selecionadas no banco de dados da prefeitura pelo cadastro municipal de habitação inserido no Sistema Nacional de cadastro Habitacional (SNCH), obedecendo aos critérios estabelecidos pelo Ministério das Cidades: famílias residentes em área de risco ou insalubres ou que tenham sido desabrigadas; famílias com mulheres responsáveis pela unidade familiar; famílias que tenham Pessoas com Deficiência (PcDs); pessoas idosas na condição de titulares do benefício habitacional e PcDs.

Os contemplados terão o financiamento do imóvel parcelado em 120 meses (10 anos), com mensalidades fixas, entre R$ 80 a R$ 270, dependendo da renda familiar (até R$ 1.800, faixa 1); e o imóvel adquirido é usado no contrato como garantia do financiamento. Após a quitação, o imóvel passa para o nome do beneficiário, e aqueles que integram a faixa 1 não podem vender, alugar ou ceder o bem.

Os moradores serão isentos de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), como medida da gestão David Almeida, por lei municipal.

Residencial

Cada torre do residencial Cidadão Manauara 2 tem cinco andares, sistemas de gás encanado e de água, além de instalações hidrossanitárias.

Os apartamentos são adaptados, atendendo à Norma Brasileira (NBR) nº 9.500, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que trata da acessibilidade a edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos para Pessoas com deficiência (PcDs), inclusive nas áreas comuns.

Fonte: Divulgação


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