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Obra na Av. Djalma Batista em Manaus deve ser concluída em 1 mês após mais de quatro meses

Após mais de quatro meses do início das obras de instalação de uma nova rede de drenagem na Avenida Djalma Batista, entre a rua Pará e Avenida João Valério em Manaus, os serviços devem ser concluídos em um mês, segundo a nova previsão da Prefeitura de Manaus, divulgada nesta quarta-feira (18). Desde o dia 9 de março parte do trecho da via está interditado, na Zona Centro-Sul de Manaus.

As faixas da avenida Djalma Batista, no trecho entre Pará e João Valério, ficaram totalmente interditadas para tráfego de veículos durante 13 dias. A via foi parcialmente liberada com a conclusão da primeira etapa dos trabalhos no dia 21 de março.

Na primeira fase, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) executou os serviços de drenagem profunda, meio-fio, sarjeta, 27 metros de calçada e também foi implantado um “poço de visita”, que servirá de acesso à rede de drenagem para futuras manutenções, sem a necessidade de interrupção do fluxo de veículos na avenida.

Segundo a Seminf, as obras de substituição da rede de drenagem da avenida Djalma Batista entram em fase de conclusão, com o fim da concretagem de três grandes caixas coletoras criadas para fazer o desvio da antiga tubulação, que tinha mais de 40 anos e passava por baixo de edificações no local.

Foi feita a concretagem da última caixa coletora, a obra avançou para a fase de reaterro, após o período de 20 dias relativos à cura do concreto. De acordo com Seminf, 70% dos serviços foram realizados. A partir da secagem do concreto, a Seminf iniciará o reaterro, que é a cobertura das caixas com barro, para na sequência realizar a regularização do solo com a terraplanagem e, por fim, asfaltarmos a pista.

A expectativa da Prefeitura de Manaus é de que em 30 dias a via possa ser totalmente liberada para população, com a entrega de um serviço criterioso e que deverá durar muitas décadas.

“A obra foi planejada para solucionar o desgaste na rede de drenagem de uma das principais avenidas da capital, prevenindo eventuais acidentes que poderiam vir a acontecer com o afundamento da via. As equipes de infraestrutura trabalharam arduamente para entregar uma parte da via e liberar o fluxo parcialmente. Os trabalhos continuam, com muita responsabilidade, para garantir a entrega de uma obra de qualidade e duradoura”, justificou a Seminf sobre demora dos serviços.

Fonte: Divulgação


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