- Economia

Bolsas da China caem e iuan tem mínima de 11 anos por intensificação da guerra comercial

O iuan recuou para a mínima de 11 anos contra o dólar nesta segunda-feira e as ações chinesas caíram com a intensificação da disputa comercial com os Estados Unidos, ameaçando prejudicar ainda mais as duas maiores economias do mundo.

O iuan negociado no mercado doméstico chegou a cair 0,7% nos primeiros minutos de negociação, para 7,15 por dólar, nível mais fraco desde fevereiro de 2008 e a segunda maior queda diária no mês. O iuan no exterior caiu para a mínima recorde de 7,1850.

Mas a moeda reduziu as perdas depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta segunda-feira acreditar que Pequim quer fechar um acordo comercial. Trump disse que a China entrou em contato com autoridades comerciais dos EUA para dizer que quer retornar à mesa de negociações.

A desvalorização do iuan deixa as exportações chinesas mais baratas e compensa, em parte, o aumento das tarifas americanas.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,44%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,17%, com as declarações de Trump chegando às mesas pouco antes do fechamento.

A guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo se intensificou na sexta-feira, com ambos os lados adotando mais tarifas sobre as exportações um do outro. Trump anunciou uma taxa adicional sobre cerca de US$ 550 bilhões de produtos chineses, horas depois de a China divulgar tarifas retaliatórias sobre US$ 75 bilhões em mercadorias dos EUA.

A escalada na guerra comercial China-EUA preocupa as outras potências mundiais, inquietas com as ameaças de recessão na Europa e nos Estados Unidos.

Fonte: G1

 


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