O dólar opera em alta nesta quarta-feira (13), após passar boa parte da manhã com volatilidade, oscilando entre altas e baixas.
Investidores continuam a repercutir os sinais de atividade no exterior, com destaque para a inflação dos Estados Unidos, e seguem atentos aos indicadores de emprego brasileiros, com expectativa pela divulgação do Índice de Evolução do Emprego do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) durante a tarde.
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 12h35, o dólar subia 0,12%, cotado a R$ 4,9805. Veja mais cotações.
No dia anterior, a moeda norte-americana teve baixa de 0,07%, cotado a R$ 4,9747.
Com o resultado, acumulou:
queda de 0,14% na semana;
ganho de 0,05% no mês;
e avanço de 2,52% no ano.
Ibovespa
No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,,24%, aos 127.973 pontos.
Na véspera, o índice teve alta de 1,22%, aos 127.668 pontos.
Com o resultado, acumulou:
alta de 0,47% na semana;
recuo de 1,05% no mês;
e baixa de 4,86% no ano.
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O que está mexendo com o mercado?
A agenda desta quarta está mais tranquila, depois de um dia movimentado por dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos na véspera.
Por aqui, as atenções ficam com os novos dados do Caged, divulgado pelo Ministério do Trabalho e que deve trazer mais indicações sobre o atual cenário do mercado de trabalho brasileiro.
Na véspera, as atenções ficaram com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de fevereiro, que veio acima das expectativas do mercado, com uma alta de 0,83%.
No exterior, os mercados continuam repercutindo a inflação norte-americana, que subiu 0,4% em fevereiro, em linha com o esperado, e monitoram uma série de indicadores econômicos dos Estados Unidos.
Com sinais de uma inflação mais controladora, as perspectivas são de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) possa iniciar um ciclo de corte nas taxas de juros ainda no primeiro semestre. Atualmente, as taxas estão na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano.
O mercado enxerga uma chance de 66% de que o primeiro corte ocorra em junho, segundo a ferramenta CME FedWatch.
Na Europa, também há expectativa de que os juros possam começar a cair. Martins Kazaks, membro do Conselho do Banco Central Europeu (BCE), afirmou que um corte pode acontecer “nas próximas reuniões”.
Além disso, dados sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido também ficam sob os holofotes. Segundo informações do Escritório para Estatísticas Nacionais do país, a atividade cresceu 0,2% em janeiro, após encerrar uma recessão superficial no segundo semestre de 2023.
Já na China, o pregão encerrou negativo puxado pela gigante imobiliária Country Garden.
As ações da empresa caíram 4,9% após a incorporadora informar que os fundos para o pagamento de um cupom de 96 milhões de iuanes (13 milhões de dólares) com vencimento nesta terça-feira não estavam totalmente disponíveis, e que planeja levantar fundos para o pagamento do cupom onshore dentro do período de carência de 30 dias.
Fonte: G1
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