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Armadores: Cruzeiro vive crise no setor e encontra saída com formação sem meia-atacante

Tendo na história importantes jogadores que vestiram a camisa 10, o Cruzeiro convive, neste momento, com uma crise desse setor. Com quatro meias à disposição, o técnico Felipão encontrou em uma formação sem estas peças como a mais produtiva do time desde que assumiu o comando.

Tanto que, nas últimas quatro vitórias do time da Série B, ele obteve êxito ao jogar com três volantes e três atacantes. Foi assim contra Botafogo-SP, Chapecoense, América-MG e Brasil de Pelotas. Tentou a quinta diante do CRB, mas por uma série de fatos, a nova conquista não veio.

O certo é que o treinador não está satisfeito com os meias que tem em mãos. Com Régis, tentou nos jogos em casa contra Guarani, Figueirense e Confiança. Em nenhum, o time se sobressaiu atuando com um meia. A última vitória com um jogador dessa característica foi diante do Paraná.

Régis até entrou no segundo tempo contra o CRB, mas acabou não conseguindo mudar o jogo. Seus concorrentes sequer tem sido opções para o treinador.

Contratado por pouco menos de R$ 3 milhões, o meia Claudinho não atua há sete jogos. Ficou duas partidas seguidas sem ser relacionado e esteve no banco contra o CRB. O jogador chegou até a receber proposta de saída, mas o Cruzeiro descartou a venda pelos valores oferecidos.

A situação de Giovanni Piccolomo é ainda mais intrigante. Vindo do Coritiba, assinou até o fim de 2021. Mas ainda não estreou. Na última semana, Felipão disse que o jogador chegou acima do peso e sem ritmo.

Marco Antônio, cria da base, sequer vem compondo o banco de reservas. Ele passou por um trabalho de reequilíbrio e fortalecimento muscular no Cruzeiro, ainda na era Ney Franco, e não voltou a atuar mais no time.

Preteridos, estes jogadores têm visto o Cruzeiro atuar com três volantes. Nos últimos três jogos, quem fez o papel de ser a ligação entre defesa e ataque foi Filipe Machado.

Fonte: Globo esporte


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