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Bruno Lins dá nota 8 à temporada encerrada e espera “começar 2021 como terminou 2020”

A esperança está na forma como tudo está terminando, e é justamente ela que merece nota 8 na avaliação do velocista e medalhista olímpico Bruno Lins, ao fazer sua análise da atual temporada. No último final de semana, em São Paulo, ele participou do Troféu Brasil de Atletismo e, mesmo que o pódio não veio, o ritmo apresentado neste fechamento foi satisfatório, acredita Bruno.

– Tivemos o momento de aumento da pandemia, lá no começo do ano, eu voltei a treinar com o Jayme (Jayme Netto Júnior) no meio do ano, a gente teve que se adaptar novamente. Por isso tudo, acredito que foi uma temporada nota oito, eu diria. Foi um ano bastante atípico, mas isso para todos, não é normal encerrarmos com um Troféu Brasil em dezembro. Mas fico feliz, acredito que o pior já passou. É o que a gente espera.

Neste ano também, Bruno Lins começou a representar uma equipe do Maranhão, assinando contrato por duas temporadas. Representando os maranhenses no Troféu Brasil, o alagoano participou de três finais: 4x100m (4º lugar); 4x400m (5º lugar) e 200m (5º lugar).

– O mais complicado foi estar sem ritmo de competição. É algo que faz muita falta. Mas deu para vermos que o ritmo que estamos terminando 2020 é bom. Esperamos começar 2021 como terminamos 2020.

Agora, ele terá 15 dias de férias e volta a treinar apenas no ano que vem. A rotina de treinos do velocista segue dividindo tempo entre os trabalhos em Bragança Paulista, onde está Jayme atualmente, e Presidente Prudente, onde o corredor reside com a família.

– Tem sido complicado, tem a questão da saudade, mas sabemos que é por uma causa importante também – comentou.

E além das pistas, os olhares de Bruno permanecem atentos aos campos de futebol. Mais especificamente os da Série B do Brasileiro. Bruno Lins é torcedor do CSA, de Alagoas, sua terra natal, e espera que o time volte à Série A nacional. Em 2018, o time conquistou o acesso, mas acabou rebaixado no ano seguinte e voltou para a Série B. E se Bruno já mostrou seu lado torcedor apaixonado, agora ele aproveitou para mostrar seu lado “dirigente futebolístico”.

– É claro que a gente torce para subir. Mas é como eu estava comentando, eu vejo, precisamos construir uma boa base desde já, fazer apenas contratações pontuais depois, para não subir e voltar, como foi. Não é fácil se manter em uma Série A, que requer investimento ainda mais alto. Temos bons exemplos no próprio Nordeste, como o Fortaleza e o Bahia, desse planejamento.

A primeira competição oficial de Bruno Lins na próxima temporada ainda não está definida. Em nível nacional, ele é esperada para março, e outras disputadas internacionais, como na Europa, devem ser encarradas na busca pelo índice olímpico. No próximo dia 7 de janeiro, o velocista faz 34 anos.

Fonte: Globo esporte


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