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Mais finalizador, Wendel alimenta sonho olímpico e fala de boa fase no Zenit: “Muito mais maduro”

Dois gols para decidir um clássico, eleição como melhor da partida, reconhecimento de torcedores e imprensa, destaque no anúncio do próximo jogo: assim foram as duas últimas semanas de Wendel, meia brasileiro do Zenit. Em entrevista ao ge, ele diz estar em sua melhor forma desde que trocou o Sporting, de Portugal, pelo líder do Campeonato Russo, em outubro do ano passado.

A mudança de clubes foi rápida, com 16 dias entre o jogo de despedida e a estreia com a nova camisa. Depois de atuar em 15 partidas oficiais pela equipe russa, 10 vezes como titular, ele se sente mais à vontade na nova casa.

– Estou dando uma resposta boa dentro de campo. Sempre demora um pouquinho até a gente se adaptar, tanto a parte física quanto a tática. Eu cheguei já jogando, agora me sinto muito melhor adaptado. É meu melhor momento aqui na Rússia, já estou adaptado ao clube, aos meus companheiros, com um entendimento melhor das funções de cada um em campo – afirmou Wendel por meio de sua assessoria.O brasileiro destaca uma diferença no seu estilo de jogo entre o que praticava em Portugal e o que faz atualmente na Rússia. No Zenit, ele recebeu do treinador Sergey Semak o pedido de chegar mais vezes à área rival para finalizar.

A nova função trouxe três gols em quatro amistosos disputados no início do ano e outras duas bolas na rede para decidir o clássico contra o CSKA no último dia 17. A partida foi a primeira em que Wendel marcou mais de um gol desde o início da carreira.– Esse período em Dubai (com série de amistosos) foi bem importante pra gente trabalhar mais essa parte tática. Me sinto pronto pra ajudar o time de várias formas. Hoje em dia todo mundo tem que saber jogar em mais de uma função. A gente trabalha muito durante os treinamentos pra poder desempenhar tudo que o treinador precisar, não tenho muita preferência em relação a isso. Trabalho para ajudar minha equipe.

Se no campo a adaptação foi rápida, a chegada à Rússia impõe mais desafios que em Portugal, com uma língua complemente diferente e uma nova cultura. Para ajudar na tarefa, Wendel tem o apoio de Douglas Santos e Malcom, outros dois brasileiros que atuam no Zenit.

– Eles me ajudaram muito e a gente criou uma amizade bacana fora do clube também. Joguei no Brasil e em Portugal, então é estranho chegar a um lugar que não dá para entender nada do que as pessoas estão falando, mas aos poucos vou me adaptando – diz Wendel, que conta com tradução na hora de dar entrevistas.

Fonte: Globo Esporte


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