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Sem ritmo, Brasil tira lições de derrota, e Thaísa diz: “Serve para soltarmos o time”

A derrota, claro, não era esperada.Mas, em um início de planejamento, a queda traz lições importantes. Ainda em busca de ritmo rumo ao Mundial, a seleção brasileira teve poucos bons momentos diante dos Estados Unidos na partida de domingo. No primeiro dos quatro amistosos da equipe, José Roberto Guimarães encarou os erros com a tranquilidade de quem sabe que há tempo para evoluir.

– Esses parâmetros dos jogos contra a seleção americana, que disputou alguns amistosos contra o Japão, vão ser importante para o Campeonato Mundial. É um time que joga com uma velocidade diferente. Esses jogos são exatamente para isso. Por isso planejamos jogar contra os Estados Unidos. É o time do mundo que melhor faz isso.

Zé Roberto ainda vai demorar a ter seu time ideal à disposição. Jogadoras importantes, como Fernanda Garay, Natália e Suellen, ainda buscam a melhor forma. Outras, como Thaísa e Dani Lins, chegaram a entrar em quadra neste domingo, mas também buscam evoluir.

– Estava sentindo muita falta disso, de entrar em quadra. Mesmo entrando em uma posição que não era a minha (entrou como oposta, durante a inversão). Mas estou disposta a entrar, ajudar de qualquer forma. Ainda falta ritmo, mas por isso que é amistoso. É para vermos o que podemos fazer de melhor, corrigir os erros e serve para soltarmos nosso time. Temos outros amistosos, temos o Torneio de Montreux também para chegarmos no gás total.

O Brasil volta à quadra nesta terça-feira para o segundo amistoso contra os Estados Unidos. As equipes se enfrentam às 19h, em Uberaba, com transmissão do SporTV2.

Fonte: Globo esporte


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