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Justiça decreta prisão preventiva e policia transfere trio envolvido em morte de agente no Compaj

A Justiça do Amazonas decretou a prisão preventiva dos três detentos envolvidos no homicídio do agente de socialização Alexandro Rodrigues Galvão, de 36 anos. O servidor foi atacado a facadas por um grupo de detentos durante um princípio de rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), na tarde de sábado (1º).

A decisão foi tomada neste domingo (2), após audiência de custódia realizada no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis, no bairro São Francisco, Zona Sul de Manaus.

Os detentos Arley de Oliveira Silva, Bruno Coelho Costa e Adriano de Souza chegaram ao fórum às 15h deste domingo. Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), eles foram autuados em flagrante por homicídio qualificado.

Além da prisão preventiva, o trio foi transferido para o Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), que fica nas proximidades do Compaj, também no km 8, da rodovia federal BR-174, em Manaus.

Além dos três envolvidos no homicídio, outros nove internos prestaram esclarecimentos no 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e, posteriormente, foram encaminhados e alojados nas celas 2 e 3 do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) do Ipat.

Morto em serviço
O agente penitenciário Alexandro Rogrigues Galvão, de 36 anos, foi morto, no início da tarde de sábado(1º), após ser atacado por detentos dentro do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj).

Ele foi atingido por vários golpes de faca artesanal em um princípio de rebelião de detentos do Pavilhão 3 do Compaj, do regime fechado.

Galvão foi encaminhado ao Hospital e Pronto-Socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz, na Zona Norte de Manaus, mas não resistiu. Um dos golpes foi no pescoço.

De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), a “revolta” dos detentos foi despertada após a notificação de que visitantes estavam sendo detectados na tentativa de entrar com drogas no presídio.

Fonte: G1


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