- Política

Pazuello já citou data da reunião entre Bolsonaro e os irmãos Miranda como o ‘Dia D’ de sua exoneração

No discurso que o general Eduardo Pazuello fez ao se despedir do cargo do ministro, ele afirmou saber que deixaria o cargo em março. E até cravou a data para sua exoneração: “Falei que não tinha como nós chegarmos ao dia 20 de março”, afirmou. Por coincidência — ou não —, 20 de março foi quando os irmãos Miranda levaram ao presidente Bolsonaro (sem partido) a denúncia de que havia irregularidades e pressões no Ministério da Saúde para compra da vacina Covaxin.

CPI ouve nesta sexta servidor do Ministério da Saúde que relatou pressão por Covaxin

O discurso foi feito quatro dias após o encontro do presidente com os denunciantes. O motivo pelo qual o general fez questão de cravar a data de 20 de março com tamanha precisão ainda é um mistério. Nem ele explicou. É bom lembrar que a fala de Pazuello foi lida pelo mundo político como recheada de recados.

“Tá mais para recado cifrado”, acredita o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues.

Fonte: g1


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