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‘Rainha das Plásticas’ chega para prestar depoimento à polícia sobre morte da MC Atrevida

Wania Tavares, dona da clínica onde a MC Atrevida fez um procedimento estético antes de morrer, chegou às 11h desta sexta-feira à 20ª DP (Vila Isabel) para prestar depoimento.

Wania se autointitula ‘Rainha das Plásticas’. Na quinta-feira, a clínica onde Fernanda foi atendida foi interditada pela Polícia Civil.

Como o G1 mostrou, o estabelecimento não possui alvará para realizar procedimentos estéticos.

Em uma rede social, Wania afirmou que o estabelecimento seguiu todas as regras previstas. A cantora passou mal e morreu na última segunda-feira (27).

Na fachada da clínica, o apelido e uma foto dela com uma coroa na cabeça estão expostos.

MC Atrevida chegou a ser internada no Hospital Evandro Freire, na Ilha do Governador, mas não resistiu. A declaração de óbito apontou morte por infecção generalizada causada por inflamação na pele.

Em uma rede social, Wania chega a ter 45 mil seguidores e faz propaganda dos procedimentos.

“Aqui é a Wania, rainha das plásticas. Nós temos as nossas plásticas aqui, as nossas consultas, valores populares e estou com três clínicas para atender as minhas meninas”, disse ela, em outro vídeo postado na internet.

A MC procurou a clínica no dia 16 de julho para fazer uma cirurgia estética e optou por pela hidrolipo com enxerto. No procedimento, gordura é retirada das costas e injetada nos glúteos. Ela pagou R$ 3 mil.

Familiares e amigos denunciam que a clínica não deu nenhum suporte quando Fernanda começou a passar mal.

De acordo com as amigas de MC Atrevida, o médico que fez o procedimento foi Wilson Ernesto Galarza Jara. Segundo informações publicadas na internet, Wilson teria especialidade em ginecologia e ortopedia.

Depois do procedimento estético, a MC chegou a avisar a clínica que estava sentindo muita dor.

“As costas da hidrolipo dói [sic] um pouco mesmo. Um pouco, não. Dói bastante. É normal essa incomodação [sic] no começo, vai incomodar um pouco mesmo”, disse a recepcionista da clínica.

O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) informou que vai abrir uma investigação sobre o caso e que os médicos que fazem este tipo de procedimento têm que ser especialistas em cirurgia plástica.

Fonte: Divulgação


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