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Último corpo de desaparecidos em lancha no Rio de Janeiro é reconhecido pela família

O último dos cinco corpos do grupo que desapareceu em lancha no Rio de Janeiro foi reconhecido pela família nesta quarta-feira (10). A mulher do mecânico náutico Cláudio Vieira, 52 anos, identificou o marido por meio das digitais e de fotos da roupa dele e de uma sapatilha.

Segundo a filha Aline Vieira, o Instituto Médico Legal (IML) de Macaé (RJ) enviou as fotos dos objetos, que foram encontradas com o 5º corpo localizado pela Marinha, antes do reconhecimento presencial no instituto.

“Elas [a mulher e um amiga] receberam as fotos da sapatilha e de uma roupa e elas afirmaram que realmente se tratava dele. Teve também o reconhecimento das digitais”, disse. A filha ainda não foi informada se a mãe já foi ao IML reconhecer o corpo pessoalmente.

Transporte do corpo e sepultamento
Ainda segundo Aline, o translado do corpo para Fortaleza deverá ocorrer em um voo comercial. A viagem é organizada por outros parentes de Cláudio. A previsão é que o sepultamento aconteça na capital nos próximos dias.

O último corpo foi localizado na última terça-feira (9) por um barco pesqueiro a cerca de 35 km a sudeste do Farol de Cabo Frio, área de buscas da lancha “O Maestro”. De acordo com a Marinha, o corpo foi recolhido pelo navio-patrulha “Amazonas” e foi para a Enseada do Forno, em Arraial do Cabo, de onde foi levado para o IML de Macaé para identificação.

Cláudio e mais quatro pessoas viajavam de lancha do Rio de Janeiro com destino a Fortaleza. O grupo começou a viagem no dia 26 de janeiro, quando partiu do Iate Clube Guanabara.

A embarcação teve uma falha no motor e nas bombas no mesmo dia, segundo a mulher de um dos navegantes, Vitória Magalhães. Então, eles pararam na Urca, ainda no Rio de Janeiro, para fazer os reparos, e partiram do local dois dias depois, em 28 de janeiro.

Todos os cinco corpos recolhidos em alto-mar já foram reconhecidos pelas famílias. Além da morte de Cláudio, foram identificados dos empresários Domingos Sávio e Ricardo Kirst, do pescados Wilson Martins dos Santos e do comandante Guilherme Ambrósio.

Fonte: G1


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