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Governo lança programa de saúde com meta de reduzir filas para consultas e exames no Amazonas

O governo lançou nesta segunda-feira (31) um programa de reordenamento da área de saúde no estado, o “Saúde Amazonas”. A meta é reduzir filas em unidades. O investimento previsto no Saúde Amazonas é de R$ 1,4 bilhão, até 2022.

O lançamento aconteceu durante a inauguração da nova sede do complexo regulador, que passa a se chamar Central Unificada de Regulação e Agendamento de Consultas e Exames (Cura), unidade responsável por controlar, monitorar e regular o acesso do cidadão às consultas, exames, cirurgias, transferências entre hospitais e Tratamento Fora de Domicílio (TFD).

Na solenidade, houve assinatura do decreto que regulamenta a Lei da Transparência da Fila (Lei Estadual n⁰ 5.078/2020), que institui a fila única e transparente do Sistema de Regulação (Sisreg). Com isso, de acordo com o governo, o paciente saberá quando entrou na fila de consultas, exames e cirurgias e poderá acompanhar seus agendamentos.

De acordo com anúncio do governo, está em desenvolvimento o Portal da Transparência da Cura, com prazo de até 120 dias para ser lançado.

Com o programa, o governo disse que pretende diminuir a fila e a espera, ampliando a oferta de procedimentos em 65% nos próximos seis meses.

“A oferta de vagas/mês saltará de 262 mil, em julho, para 404,7 mil, a partir de três medidas: o retorno do Hospital Delphina Aziz à rede de saúde, a reorganização da oferta no ambulatório especializado das policlínicas, combinados com a aplicação da técnica do overbooking no agendamento”, informou o Governo.

O governo anunciou ainda que, no reordenamento dos hospitais para funcionamento em rede e integrado com a regulação, hospitais como Adriano Jorge, Francisca Mendes, Delphina Aziz e Getúlio Vargas vão dar retaguarda para a rede de urgência e emergência na oferta de cirurgias e internações.

Outra medida anunciada foi a ampliação em mais 180 a quantidade de vagas de hemodiálise, com o credenciamento do Hospital Beneficente Portuguesa. “Somente com a redução de glosas no ambulatório especializado das policlínicas, o faturamento amplia em R$ 175 mil por mês, o que significa mais recursos federais para esses serviços”, diz.

Fonte: G1


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