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Cineclube contemplado no Prêmio Feliciano Lana abre convocatória para obras realizadas por mulheres

O Cineclube Patrícia Ferreira Pará Yxapy, que será realizado on-line na segunda quinzena de abril, abre convocatória para obras de curta-metragem de mulheres cineastas, nortistas, indígenas, lésbicas, bissexuais, trans, travestis, intersexuais e não bináries. As realizadoras poderão enviar curtas sobre qualquer temática até o dia 26 de março. A curadoria será realizada pela roteirista, diretora e produtora executiva Elen Linth.

Realizado pela Oca Produções, em parceria com Eparrêi Filmes, o projeto foi contemplado pelo edital Prêmio Feliciano Lana, realizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, como parte das ações da Lei Aldir Blanc no Estado.

Para participar, é necessário enviar o link do filme (pelas plataformas Vimeo, YouTube ou Google Drive) para o e-mail gestaocacultural@gmail.com, com as informações sobre sinopse, ficha técnica e lista de mostras e festivais em que foi exibido (se houver). O resultado será anunciado no dia 28 de março, no Instagram do Cineclube. (@cineclubeyxapy).

‘Mulheridades’ – Voltado para o tema “mulheridades”, o Cineclube faz a homenagem à cineasta contemporânea Patrícia Ferreira Pará Yxapy, indígena da etnia Mbyá-Guarani, uma das mulheres mais relevantes para o cinema brasileiro e com forte reconhecimento internacional. O objetivo é de formação de público, fomento à distribuição e visionamento das produções realizadas por cineastas mulheres, além da promoção de rodas de conversas entre as diretoras e os participantes.

A produtora executiva de cinema e audiovisual Sarah Pimentel, proponente do projeto, explica que a ideia surgiu de suas experiências na área, buscando equidade de gêneros e também trabalhando em projetos realizados majoritariamente por mulheres.

“Queremos conseguir um mercado mais igualitário entre gêneros e representativo, fazer essa difusão de cineastas mulheres e também discutir as vivências delas, as ‘mulheridades’ que as perpassam em rodas de conversa sempre mediadas por uma ativista social ou uma educadora. Queremos falar dessas questões através do cinema”.

As exibições serão trabalhadas em três eixos, apresentando 12 filmes, sendo quatro obras em cada sessão: “Mulheres do Norte”, no qual serão selecionados filmes dirigidos por mulheres dos estados da região norte, dando preferência para curtas do estado do Amazonas; “Mulheres Indígenas”, em que serão selecionadas produções realizadas por cineastas indígenas independentemente de seu território; e “Mulheres LBTQIA+”, com filmes de mulheres lésbicas, bissexuais, trans, travestis, não bináries e intersexuais de qualquer região do país.

Fonte: Divulgação


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