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Sombrinha apresenta inéditas ao cantar, com Thais Macedo, compositores ligados ao bloco Cacique de Ramos

Embora não seja celebrado como o parceiro Arlindo Cruz, Sombrinha – nome artístico do cantor, compositor e músico paulista Montgomery Ferreira Nunis (e não Nunes, como seria o mais comum) – é sambista de contribuição fundamental para o gênero nas décadas de 1980 e 1990.

Um dos fundadores do Fundo de Quintal, grupo carioca cujo toque renovou o samba a partir de 1978, Sombrinha é coautor de grandes sucessos dos pagode cariocas. Entre muito outros, merecem menções honrosas Ainda é tempo para ser feliz (1998), Além da razão (1988), Alto lá (2000), Malandro sou eu (1985), Não quero saber mais dela (1984), O show tem que continuar (1988) e Só pra contrariar (1986).

Por isso mesmo, poucos artistas têm a autoridade de Sombrinha para cantar os compositores associados ao Cacique de Ramos, bloco criado em 1961 no subúrbio da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Foi na quadra do bloco, situada no bairro carioca de Olaria, que se formou no alvorecer da década de 1980 uma concentração de compositores emergentes que, de lá, conquistaram o Brasil, em carreira solo e/ou como integrantes do Fundo de Quintal.

Sombrinha fez parte dessa turma de sambistas ao lado de Almir Guineto (1946 – 2017), Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Luiz Carlos da Vida (1949 – 2008) e Zeca Pagodinho.

No show Sombrinha e Thais Macedo cantam os Caciques de Ramos, programado para o dia 21 deste mês de agosto de 2018 no Rio de Janeiro (RJ), os repertórios desses bambas serão ouvidos em roteiro que abrirá espaço para três músicas inéditas da lavra de Sombrinha. Bahia de amados, Chama e Infinito é o tempo são as novidades do repertório deste compositor que merece ser louvado do fundo do nosso quintal.

Fonte: G1


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