- Economia

Bovespa opera em queda com exterior e à espera de novidades sobre reformas

O Ibovespa, principal indicador da bolsa brasileira, a B3, opera em queda nesta quinta-feira (17), com o viés mais negativo no exterior endossando movimentos de realização de lucros no pregão brasileiro, enquanto agentes financeiros continuam aguardando o andamento da agenda de reformas pelo novo governo.

Às 11h55, o Ibovespa caía 0,2%, a 94.201 pontos. Veja mais cotações.

De acordo com o estrategista-chefe da Levante, Rafael Bevilacqua, não há grandes novidades locais para impulsionar o mercado, principalmente em relação à reforma da Previdência, destaca a Reuters.

“Como a proposta só deverá ser apresentada no fim do mês, seguimos com ares mornos e no aguardo da definição”, avaliou à agência.

No exterior, os futuros acionários norte-americanos sinalizavam uma abertura negativa em Wall Street, após resultado fraco do Morgan Stanley e preocupações renovadas sobre as discussões comercias entre Estados Unidos e China. O petróleo também caía na esteira de dados sobre a produção.

Destaques
Itaú Unibanco e Bradesco pesavam do lado negativo.
Petrobras tinha leve recuo, em sessão de queda dos preços do petróleo no exterior, e após anunciar a retomada da venda da participação na Transportadora Associada de Gás (TAG).

Vale tinha leve variação positiva, na contramão do fraco desempenho das ações de mineradoras no exterior.
Via Varejo caía mais de 2%, em sessão de ajuste após fechar em alta nos cinco pregões anteriores, acumulando no período elevação de quase 26%.

Suzano também caía mais de 2%, também corrigindo parte da valorização recente, com alta de mais de 20% nos últimos sete pregões.

BRF subia mais de 3%, recuperando-se após fechar em queda nos últimos cinco pregões, período em que acumulou declínio de 5,65%.

Pregão anterior
No dia anterior, o índice subiu 0,36%, aos 94.393 pontos. No primeiro mês do ano, acumula alta de 7,4%.

As expectativas em relação à recuperação econômica fez com que, em 2019, o índice tenha batido sete vezes nova máxima de fechamento, segundo a Reuters.

Fonte: G1


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