- Economia

Petrobras realiza pré-pagamento de US$ 3,5 bi em linhas de crédito compromissadas

A Petrobras realizou o pré-pagamento parcial de linhas de crédito compromissadas no valor de US$ 3,5 bilhões, informou a companhia em comunicado.

Com isso, os recursos ficarão disponíveis para novos saques em caso de necessidade, acrescentou a estatal no comunicado, divulgado na noite de segunda-feira (27), quando a transação foi concretizada.

A Petrobras havia solicitado no final de março o desembolso junto a bancos de US$ 8 bilhões de suas linhas de crédito compromissadas (“revolving credit lines”), em movimento que buscou garantir liquidez para a companhia em meio à pandemia de coronavírus e a um choque de preços no mercado de petróleo.

A diretora financeira da estatal, Andrea Almeida, classificou o saque dos valores como “importante para enfrentarmos esse momento de maior volatilidade”, segundo nota da estatal.

O saque bilionário dos recursos pela Petrobras veio em momento em que um acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) com aliados para cortes de produção expirava e Rússia e Arábia Saudita iniciavam uma breve guerra de preços no mercado de petróleo que, junto com o coronavírus, levou os preços a mínimas de mais de 20 anos em abril.

Desde então, os preços se recuperaram em parte devido a um novo acordo entre a Opep e russos, que incluiu cortes recorde de produção a partir de maio.

Processo para venda de ativo na Colômbia
A Petrobras iniciou processo para venda da totalidade de sua participação em porção exploratória de um bloco na bacia de Guajira, na Colômbia, informou a companhia em comunicado na noite de segunda-feira (27).

A operação, que faz parte de um amplo programa de desinvestimentos da estatal, envolve o chamado Bloco Tayrona, em águas profundas no litoral nordeste da Colômbia.

A Petrobras é operadora da área, com 44,44% de participação na concessão por meio da afiliada PIB-BV, que é parceira da Ecopetrol no ativo.

A Ecopetrol poderá exercer direito de preferência pela fatia da Petrobras no ativo, conforme previsto em acordo entre as partes, acrescentou a estatal brasileira.

Segundo a companhia, a concessão encontra-se em programa exploratório posterior e tem “potencial para comprovar volumes significativos de gás”.

Fonte: G1


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