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	<title>Arquivos Economia - Portal Leia Mais</title>
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	<lastBuildDate>Fri, 21 Aug 2026 21:46:18 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Economia - Portal Leia Mais</title>
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	<item>
		<title>China faz maior recall de carros da história por risco com maçanetas embutidas</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/china-faz-maior-recall-de-carros-da-historia-por-risco-com-macanetas-embutidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A China iniciou nesta sexta-feira (21) a maior campanha de recall automotivo já realizada no país, envolvendo 11 montadoras e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A China iniciou nesta sexta-feira (21) a maior campanha de recall automotivo já realizada no país, envolvendo 11 montadoras e veículos elétricos de diferentes marcas.</p>
<p>A medida está relacionada a preocupações de segurança com os sistemas de abertura de portas em situações de emergência.</p>
<p>A preocupação dos reguladores chineses é que as maçanetas mecânicas usadas para abrir as portas em emergências possam ser difíceis de localizar ou operar, principalmente depois de uma colisão grave acompanhada de uma falha no sistema elétrico do veículo. Isso poderia dificultar a saída dos passageiros ou o acesso de equipes de resgate.</p>
<p>O que são as maçanetas embutidas?<br />
As chamadas maçanetas embutidas ou ocultas ficam rente à carroceria quando não estão sendo usadas. Em alguns modelos, elas podem sair automaticamente quando o motorista se aproxima ou ser acionadas por pressão, chave ou celular.</p>
<p>O desenho ganhou popularidade principalmente com a Tesla e passou a ser adotado por diversas fabricantes de carros elétricos.</p>
<p>O problema é que sistemas eletrônicos podem deixar de funcionar depois de uma colisão ou de uma falha elétrica. Em uma emergência, isso pode dificultar a abertura das portas.</p>
<p>Tesla fará recall de quase 3 milhões de carros<br />
A Tesla é uma das empresas mais afetadas pela medida. A montadora fará recall de cerca de 2,98 milhões de veículos Model 3, Model Y, Model S e Model X fabricados na China ou importados para o país.</p>
<p>O recall começa em 25 de setembro. A empresa informou que instalará etiquetas para facilitar a identificação das maçanetas mecânicas de emergência e fará uma atualização de software que poderá baixar automaticamente os vidros após uma colisão.</p>
<p>A ideia é facilitar a saída dos ocupantes ou o acesso dos socorristas caso o sistema elétrico do veículo deixe de funcionar.</p>
<p>Outras marcas também registram recalls<br />
Pelo menos seis fabricantes anunciaram na sexta-feira seus maiores recalls já registrados, segundo os documentos apresentados ao órgão regulador chinês.</p>
<p>Além da Tesla, estão na lista Xiaomi, Leapmotor, Xpeng, Zeekr e Lynk &amp; Co. A Xiaomi, por exemplo, fará recall de mais de 390 mil unidades do SU7, enquanto a Leapmotor terá mais de 371 mil veículos envolvidos.</p>
<p>Nove das 11 montadoras envolvidas instalarão gratuitamente etiquetas de advertência para facilitar a localização das alavancas de emergência. A maioria também fará atualizações de software à distância, conhecidas como OTA.</p>
<p>China quer acabar com o sistema a partir de 2027<br />
A campanha de recalls ocorre meses depois de a China anunciar novas regras para o sistema de abertura das portas.</p>
<p>A partir de 2027, veículos novos vendidos no país terão de permitir a abertura mecânica das portas, inclusive em situações de acidente ou falha de energia. A medida faz da China o primeiro país a eliminar gradualmente o uso de maçanetas ocultas que dependem exclusivamente de sistemas eletrônicos.</p>
<p>A mudança faz parte de uma fiscalização mais rigorosa sobre a indústria de veículos elétricos chinesa, que cresce em meio a uma forte disputa por preços e ao lançamento de novas tecnologias.</p>
<p>Marcas do recall também estão no Brasil<br />
A medida chinesa chama atenção no Brasil porque algumas das fabricantes envolvidas na campanha também atuam no mercado brasileiro.</p>
<p>A Leapmotor, controlada internacionalmente em parceria com a Stellantis, também entrou no mercado brasileiro com modelos como o C10 e o B10. Procurado, o grupo não comentou se estes modelos estão no recall.</p>
<p>A Zeekr, marca elétrica do grupo Geely, também tem operação no país. A campanha divulgada nesta sexta-feira é referente aos veículos cobertos pelas regras e registros do mercado chinês. Procurado, o grupo não respondeu.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Operação salva-hambúrguer’: Trump determina cota extra de importação de carne e tenta baixar preços nos EUA</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/operacao-salva-hamburguer-trump-determina-cota-extra-de-importacao-de-carne-e-tenta-baixar-precos-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trump diz que medida busca aumentar a oferta e reduzir preços nos EUA. Associação do setor de carnes no Brasil&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/operacao-salva-hamburguer-trump-determina-cota-extra-de-importacao-de-carne-e-tenta-baixar-precos-nos-eua/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trump diz que medida busca aumentar a oferta e reduzir preços nos EUA. Associação do setor de carnes no Brasil afirma que ainda aguarda detalhes sobre a nova regra e se o Brasil será beneficiado.</p>
<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (21) ampliar por 90 dias a cota de importação de carne bovina. A medida busca aumentar a oferta do produto no mercado norte-americano e ajudar a reduzir os preços, principalmente da carne moída usada na produção de hambúrgueres.</p>
<p>A publicação feita pelo presidente na rede social Truth Social não deixa claro quais países poderão se beneficiar da mudança nem como a nova regra será aplicada.</p>
<p>&#8220;Enquanto trabalhamos para reconstruir esse rebanho e apoiar nossos pecuaristas, pelos próximos 90 dias, os Estados Unidos permitirão a importação de até 300.000 toneladas de carne destinada à produção de carne moída, sem a incidência de tarifas fora da cota&#8221;, disse Trump na publicação.<br />
Segundo o presidente, a expectativa é que a carne seja vendida por um preço 25% mais barato do que o praticado atualmente no mercado norte-americano.</p>
<p>Carne em crise nos EUA<br />
A medida de Trump ocorre em um momento difícil para os consumidores americanos, que têm sentido cada vez mais no bolso a alta dos preços da carne bovina.</p>
<p>Segundo dados do Bureau of Labor Statistics, o preço de uma libra (equivalente a 453,59 gramas) de carne moída chegou a US$ 6,82 em junho deste ano, 79% acima do registrado no início de 2019.</p>
<p>O zootecnista e consultor de mercado da Scot Consultoria Felipe Fabbri explica que a alta da carne bovina nos Estados Unidos está relacionada principalmente à redução do rebanho e da produção, em um cenário de demanda ainda aquecida.</p>
<p>O rebanho norte-americano está no menor nível em 75 anos, enquanto o preço do gado atingiu níveis recordes, movimento que acabou sendo repassado ao consumidor.</p>
<p>O fornecimento ficou ainda mais restrito porque os EUA suspenderam em 2025 a maioria das importações de gado mexicano, diante de preocupações com a disseminação da bicheira-do-Novo-Mundo, uma praga que infesta o gado.</p>
<p>Apesar de também serem grandes produtores, os EUA ainda precisam importar carne para atender à demanda dos consumidores, que se manteve firme e pressionou os preços.</p>
<p>Ele aponta que o impacto da medida sobre o preço ao consumidor ainda é incerto e dependerá da estratégia adotada pelas indústrias locais.</p>
<p>Fonte: Divulgação</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Congresso adia instalação da comissão para analisar MP da &#8216;Taxa das Blusinhas&#8217;</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/congresso-adia-instalacao-da-comissao-para-analisar-mp-da-taxa-das-blusinhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 21:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional adiou para quinta-feira (13) a instalação da comissão mista que vai analisar a medida provisória (MP) que&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/congresso-adia-instalacao-da-comissao-para-analisar-mp-da-taxa-das-blusinhas/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional adiou para quinta-feira (13) a instalação da comissão mista que vai analisar a medida provisória (MP) que acaba com o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada taxa das blusinhas.</p>
<p>Ainda há uma indefinição em torno do nome do deputado que irá presidir o colegiado e o senador que será relator da MP. A instalação estava prevista para esta quarta-feira (12).</p>
<p>A MP foi editada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 12 de maio e, caso não seja aprovada até 8 de setembro, perde a validade e tributação de 20% é retomada a partir de 9 de setembro.</p>
<p>Com as novas regras, o ministro da Fazenda passou a ter a competência para alterar as alíquotas do imposto de importação das remessas postais internacionais, inclusive reduzindo a zero a tributação de até US$ 50.</p>
<p>A tramitação da MP estava travada em função do rompimento entre Lula e o presidente do Congresso e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após o senador articular a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) no fim do mês de abril.</p>
<p>Os dois retomaram o diálogo na última semana e a instalação da comissão mista é vista como um gesto de Alcolumbre ao governo.</p>
<p>Apesar disso, parlamentares, principalmente os que concorrem à reeleição para Câmara e Senado, também pressionavam pelo avanço da matéria devido ao apelo popular.</p>
<p>A decisão do governo de editar, em maio, uma MP para revogar uma taxa que ele mesmo criou foi interpretada por integrantes do Centrão e da oposição como uma iniciativa de caráter eleitoral. Em ano eleitoral, a medida transferiu para o Congresso a decisão de manter ou derrubar a cobrança.</p>
<p>Dívidas rurais<br />
O Congresso Nacional instalou nesta quarta-feira (12) a comissão mista sobre a Medida Provisória de renegociação das dívidas de produtores rurais.</p>
<p>A presidência do colegiado ficou com o senador Renan Calheiros (MDB-AL), enquanto o relator será o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).</p>
<p>A MP foi editada em 15 de julho e permite a criação de linhas de crédito rural para composição de dívidas.</p>
<p>Segundo o texto da MP, o objetivo da medida é apoiar ações de mitigação às mudanças climáticas, de enfrentamento de calamidades públicas e de compensação dos impactos de conflitos geopolíticos.</p>
<p>Após a instalação, Renan Calheiros criticou o texto da MP por excluir estados das regiões Norte e Nordeste e sinalizou mudanças.</p>
<p>“A MP não pode ser ponto de chegada. Cabe a essa comissão mista recuperar o que foi retirado e aprimorar o que precisa ser aprimorado&#8221;, afirmou o senador.<br />
Taxa das blusinhas<br />
A decisão do governo pela criação chamada &#8220;taxa das blusinhas&#8221; enfrentou resistência de grande parte dos consumidores brasileiros, que argumentavam que a medida resultaria num encarecimento de produtos populares e de baixo valor e na redução da atratividade das plataformas internacionais de comércio eletrônico.</p>
<p>Os críticos da “taxa das blusinhas” também apontavam uma diferença de tratamento em relação às compras feitas no exterior.</p>
<p>Por exemplo, turistas que retornam ao Brasil de viagens internacionais podem trazer produtos sem pagar imposto, desde que respeitado o limite da cota de isenção.</p>
<p>Em outra frente, empresários do varejo nacional argumentam que a isenção para compras internacionais de baixo valor favorece produtos importados e cria uma concorrência desigual com o comércio brasileiro.</p>
<p>O setor defende a chamada &#8220;isonomia tributária&#8221;, com uma tributação mais equilibrada entre produtos nacionais e importados, sob o argumento de proteger empresas e empregos no país.</p>
<p>A discussão também ganhou espaço no debate político. A decisão de estabelecer uma alíquota de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 foi alvo de críticas da oposição, que classificou a medida como mais um &#8220;aumento de imposto&#8221; e acusou o governo de promover uma &#8220;sanha arrecadatória&#8221;.</p>
<p>A aprovação da cobrança no Congresso exigiu intensa articulação do governo e de representantes do varejo brasileiro.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alliança Saúde protocola plano de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 1,1 bilhão em dívidas</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/allianca-saude-protocola-plano-de-recuperacao-extrajudicial-para-renegociar-r-11-bilhao-em-dividas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:26:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Alliança Saúde informou nesta quarta-feira (5) que entrou com um pedido na Justiça para homologar seu plano de recuperação&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/allianca-saude-protocola-plano-de-recuperacao-extrajudicial-para-renegociar-r-11-bilhao-em-dividas/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Alliança Saúde informou nesta quarta-feira (5) que entrou com um pedido na Justiça para homologar seu plano de recuperação extrajudicial, etapa que busca oficializar um acordo para renegociar cerca de R$ 1,1 bilhão em dívidas.</p>
<p>Segundo a empresa, o pedido foi apresentado à 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo e faz parte do processo de reestruturação financeira iniciado após a mudança no controle da companhia.</p>
<p>🔎 Na recuperação extrajudicial, a empresa negocia diretamente com os credores e leva o acordo à Justiça apenas para homologação. Já na recuperação judicial, o processo é conduzido sob supervisão do Judiciário desde o início, com regras mais amplas para reorganizar as dívidas e preservar as atividades da empresa.<br />
Apesar de extrajudicial, a recuperação precisa ser homologada pela Justiça para que o acordo entre empresa e credores tenha validade jurídica. A regra está na Lei de Recuperação Judicial e Falências.</p>
<p>De acordo com a Alliança, o plano já conta com a adesão de mais de 83 credores, entre instituições financeiras, fornecedores, prestadores de serviços e proprietários de imóveis e equipamentos.</p>
<p>Juntos, eles representam cerca de 54% das dívidas incluídas na recuperação, percentual suficiente para atender ao quórum previsto na legislação para que o plano possa ser homologado pela Justiça.</p>
<p>A companhia informou que as negociações com outros credores continuam e que espera obter novas adesões antes e depois da decisão judicial.</p>
<p>Como funciona o plano<br />
Segundo a Alliança, o plano proposto oferece diferentes alternativas para os credores receberem os valores devidos.</p>
<p>A principal opção permite que o credor troque a dívida por ações da empresa de saúde, tornando-se acionista da empresa.</p>
<p>De acordo com a Alliança, mais de 92% do valor das dívidas dos credores que já aderiram ao plano será convertido em participação acionária.Considerando o fechamento desta quarta-feira (5), as ações da Alliança, negociadas na B3 sob o ticker AALR3, estavam cotadas a R$ 3,15. Desde o início deste ano, os papéis da companhia acumulam desvalorização de cerca de 37%.<br />
Outra alternativa prevê o pagamento de 30% da dívida em 11 parcelas anuais, após um período de carência de um ano. Os 70% restantes seriam perdoados.</p>
<p>Há ainda uma terceira opção para credores com valores menores, com o pagamento de até R$ 15 mil em parcela única, em até 180 dias após a homologação do plano.</p>
<p>O documento homologado pela companhia na Justiça também aborda condições específicas para fornecedores considerados estratégicos e para proprietários de imóveis alugados pela empresa, com formas de pagamento diferenciadas para preservar as relações comerciais.</p>
<p>Objetivo é reduzir endividamento<br />
Segundo a Alliança, a conversão de parte das dívidas em ações e o alongamento dos prazos de pagamento devem reduzir o endividamento da companhia e melhorar sua situação financeira.</p>
<p>A empresa também informou que o plano permite a captação de novos recursos para reforçar o caixa, cumprir as obrigações previstas na recuperação e reorganizar sua estrutura de capital.</p>
<p>A Alliança afirmou que a recuperação extrajudicial tem escopo exclusivamente financeiro e não altera suas obrigações com pacientes, colaboradores, operadoras de planos de saúde, seguradoras e cooperativas médicas.</p>
<p>O pedido de homologação foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração da companhia e ainda será submetido à ratificação dos acionistas em assembleia geral extraordinária.</p>
<p>A Alliança é a mais recente empresa do setor de saúde a recorrer à recuperação extrajudicial. No mês passado, a Oncoclínicas, uma das maiores redes de tratamento contra o câncer do país, entrou com um pedido de recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 5,1 bilhões em dívidas financeiras.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Produção de carne bovina do Brasil deve cair em 2026 em meio a tarifas, barreiras comerciais e incertezas no mercado global</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/producao-de-carne-bovina-do-brasil-deve-cair-em-2026-em-meio-a-tarifas-barreiras-comerciais-e-incertezas-no-mercado-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor de carne bovina brasileiro deve enfrentar um cenário internacional bem mais desafiador ao longo de 2026. A combinação&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/producao-de-carne-bovina-do-brasil-deve-cair-em-2026-em-meio-a-tarifas-barreiras-comerciais-e-incertezas-no-mercado-global/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de carne bovina brasileiro deve enfrentar um cenário internacional bem mais desafiador ao longo de 2026.</p>
<p>A combinação de conflitos geopolíticos, imposição de novas tarifas e barreiras comerciais no exterior tem criado obstáculos adicionais para a cadeia produtiva, segundo avalia o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa.</p>
<p>🐂 Em 2025, o rebanho bovino brasileiro foi estimado em 195,5 milhões de cabeças, mantendo o país na liderança mundial em número de animais destinados à produção comercial a frente dos EUA.<br />
Durante evento do setor em São Paulo nesta quarta-feira (5), o presidente da ABIEC destacou que a situação macroeconômica global e as decisões unilaterais de grandes parceiros comerciais exigirão maior flexibilidade e capacidade de adaptação das indústrias brasileiras.</p>
<p>&#8220;Enfrentamos questões geopolíticas, recessões, tarifas, cotas e salvaguardas impostas unilateralmente. Tudo isso cria ainda mais dificuldades para o setor produtivo&#8221;, afirmou Perosa a participantes da Exposição Internacional de Proteína Animal.<br />
A mudança no ambiente externo já se reflete de maneira direta nas projeções de oferta e processamento do país. Segundo estimativas apresentadas pela Abiec, o volume de abate no Brasil deve girar em torno de 40 milhões de cabeças de gado em 2026, indicando uma desaceleração no ritmo de produção industrial em comparação com o período anterior.</p>
<p>Como foi o ano passado: recordes de abate e forte ritmo de produção<br />
O cenário de maior cautela esperado para a pecuária brasileira em 2026 contrasta com o desempenho registrado no ano passado. Em 2025, o setor viveu um período de oferta elevada de animais e forte ritmo de produção nos frigoríficos.</p>
<p>Ao longo do ano, o Brasil movimentou cerca de 42 milhões de cabeças de gado, impulsionado por um momento favorável do ciclo pecuário e pela demanda internacional aquecida.</p>
<p>O bom desempenho das exportações também ajudou a sustentar o setor. A China continuou como principal destino da carne bovina brasileira, enquanto mercados mais exigentes, como o europeu, mantiveram as compras de cortes de maior valor agregado.Em 2025, a União Europeia importou mais de US$ 1,04 bilhão em carne bovina brasileira. O resultado ajudou os frigoríficos nacionais a manterem bons níveis de operação e a posição de liderança do Brasil no comércio global de proteína animal.</p>
<p>Em 2026, setor enfrenta pressão de grandes mercados<br />
Para este ano, o cenário é mais desafiador. O setor deve lidar com uma desaceleração das compras chinesas, após anos de forte crescimento, além dos impactos de medidas protecionistas e mudanças nas regras de comércio internacional.</p>
<p>Na Europa, novas exigências também aumentam a pressão sobre produtores e exportadores. A União Europeia passou a cobrar uma rastreabilidade mais ampla para comprovar que a carne importada não teve contato com determinados antimicrobianos durante toda a vida do animal.Antes, o controle era concentrado nos últimos 100 dias de engorda por meio da chamada lista Trace. A mudança exige uma adaptação dos produtores e da indústria, que pode levar até dois anos para ser totalmente implementada.</p>
<p>Mesmo com os desafios, representantes do setor avaliam que a diversidade de mercados compradores ajuda a reduzir os impactos. A estratégia das empresas é ampliar vendas para países do Sudeste Asiático, fortalecer negócios no Oriente Médio e buscar novas oportunidades nas Américas.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil vê &#8216;discriminação&#8217; em novas tarifas dos EUA e pede mediação da OMC</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/brasil-ve-discriminacao-em-novas-tarifas-dos-eua-e-pede-mediacao-da-omc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 21:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Documento foi apresentado à entidade em 27 de julho, mas foi divulgado apenas nesta quinta-feira (30). Governo brasileiro argumenta ainda&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Documento foi apresentado à entidade em 27 de julho, mas foi divulgado apenas nesta quinta-feira (30). Governo brasileiro argumenta ainda que as medidas aplicadas são &#8216;unilaterais&#8217;.</p>
<p>O documento que formaliza o pedido de consultas do Brasil junto à Organização Mundial do Comércio (OMC) com relação à legalidade das sobretaxas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros menciona que as medidas são discriminatórias e unilaterais.</p>
<p>Segundo o governo brasileiro, a aplicação das tarifas viola regras básicas do comércio internacional. O documento foi enviado à entidade em 27 de julho, mas foi divulgado apenas nesta quinta-feira (30) por meio do site da OMC.</p>
<p>&#8220;O Brasil considera que os Estados Unidos agem de forma inconsistente com o Artigo I: do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio 1994, porque impõe tarifas adicionais sobre produtos originários do Brasil como resultado da ação tarifária decorrente da Investigação da Seção 301 sobre o Brasil, enquanto não impõem tais tarifas sobre produtos similares originários de outros Membros da OMC&#8221;, diz um dos trechos do documento traduzido para o português.</p>
<p>A Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 é um mecanismo criado pelo Congresso dos EUA que permite ao governo americano investigar países cujas políticas ou práticas sejam consideradas prejudiciais ao comércio, às empresas ou aos exportadores dos EUA.</p>
<p>&#8220;Desde fevereiro de 2025, os Estados Unidos impuseram uma série de tarifas adicionais [&#8230;] em resposta a atos, políticas e práticas que os Estados Unidos caracterizam unilateralmente como não recíprocos, injustos, irracionais ou discriminatórios&#8221;, diz outro ponto do documento traduzido.</p>
<p>Detalhamento<br />
Na defesa brasileira, o governo aponta que os Estados Unidos estão tratando o país de forma menos favorável do que outros parceiros comerciais.</p>
<p>O texto destaca que os EUA impuseram essas taxas extras a produtos brasileiros enquanto não aplicaram tarifas semelhantes a produtos similares de outros membros da OMC.</p>
<p>Além disso, o governo brasileiro alega que, no caso da investigação sobre trabalho escravo, os EUA aplicaram uma taxa inferior a outros países em comparação com a taxa de 12,5% imposta ao Brasil.</p>
<p>Outro ponto central da queixa é que Washington agiu de forma unilateral.</p>
<p>De acordo com o Brasil, os EUA buscaram punir o país se baseando em determinações próprias, ignorando os procedimentos padrão de solução de controvérsias da OMC, conhecidos como DSU.</p>
<p>O Brasil afirma que os EUA violaram o compromisso de recorrer às regras internacionais antes de aplicar sanções comerciais.</p>
<p>As tensões comerciais aumentaram desde fevereiro de 2025, quando os EUA começaram a impor uma série de tarifas sob um plano de &#8220;Comércio Recíproco&#8221;.</p>
<p>Em julho de 2025, o Brasil já havia sido alvo de uma tarifa de 40% em certos produtos, o que elevou a sobretaxa total para 50% em alguns casos antes de mudanças judiciais nos EUA alterarem os fundamentos das cobranças.</p>
<p>Agora, com o pedido de consultas, o Brasil espera que os dois países cheguem a um acordo antes que o caso se torne uma disputa judicial prolongada em Genebra, na Suíça, onde fica a sede da OMC.</p>
<p>Recurso marca posição do Brasil<br />
Integrantes da diplomacia do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que levar o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC) tem caráter “simbólico” e serve para “marcar posição” diante dos Estados Unidos.</p>
<p>Isso porque a diplomacia brasileira defende o conceito do chamado multilateralismo, por meio do qual as divergências entre países, sejam políticas, militares ou econômicas, por exemplo, são resolvidas em organismos compostos por mediadores, como a própria OMC, a Organização das Nações Unidas e o Tribunal do Mercosul.</p>
<p>Para integrantes do Ministério das Relações Exteriores, contudo, o recurso não deve ter efeito prático porque a avaliação é que a OMC está paralisada e sem força para implementar uma eventual decisão contrária ao tarifaço. Assim, no governo Lula, não se prevê, neste momento, uma reversão.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Veto ao foie gras no Brasil reacende tensão comercial com a França após acordo Mercosul-UE</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/veto-ao-foie-gras-no-brasil-reacende-tensao-comercial-com-a-franca-apos-acordo-mercosul-ue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 20:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (24) a lei que proíbe a produção e a comercialização&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (24) a lei que proíbe a produção e a comercialização de foie gras no Brasil, uma medida celebrada por organizações de proteção animal, mas que volta a provocar atritos com produtores franceses poucos meses após a assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. A França é a principal produtora mundial da iguaria.</p>
<p>A nova legislação veta produtos obtidos por meio da alimentação forçada de animais, seja por técnicas mecânicas ou manuais, destinadas a levá-los a consumir alimento “além do limite de satisfação natural”. No caso do foie gras, a prática consiste em introduzir um tubo na garganta de patos e gansos para acelerar o crescimento do fígado, considerado uma iguaria da gastronomia francesa.</p>
<p>A lei entrará em vigor em seis meses. Quem descumpri-la poderá ser condenado a penas de três meses a um ano de prisão, além de multas e sanções administrativas. O projeto havia sido apresentado em 2020 e foi aprovado pelo Congresso em abril deste ano, após uma primeira tentativa fracassada.</p>
<p>O deputado Fred Costa (PRD-MG), relator da proposta, argumentou durante a tramitação que a técnica de engorda forçada pode multiplicar em até 25 vezes a mortalidade dos animais em comparação com outros métodos de criação. Organizações de defesa dos animais pressionaram pela aprovação da medida por meio de abaixo-assinados e cartas abertas ao presidente Lula, com apoio de parlamentares ligados às pautas ambiental e animalista.</p>
<p>Embora o mercado brasileiro de foie gras seja pequeno, a decisão repercutiu imediatamente na França, maior produtora mundial da iguaria. Segundo o Comitê Interprofissional de Aves Aquáticas para Foie Gras (Cifog), o Brasil representa um mercado anual de aproximadamente € 1 milhão, concentrado em restaurantes de alto padrão e importadores de grandes cidades.</p>
<p>“Violação” do acordo UE-Mercosul<br />
Antes mesmo da sanção presidencial, a entidade francesa havia pedido uma intervenção diplomática da União Europeia para tentar barrar a medida. Em maio, o Cifog classificou a futura proibição como uma “primeira violação” do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, firmado em dezembro após 25 anos de negociações.<br />
Mais do que o impacto econômico imediato, os produtores franceses temem o precedente que a decisão pode criar para outros produtos agrícolas europeus. O setor argumenta que o foie gras integra uma lista de indicações geográficas protegidas reconhecidas pelo acordo entre os dois blocos.</p>
<p>A controvérsia se torna ainda mais sensível porque toca em um tema frequentemente defendido pelos próprios agricultores europeus: as chamadas “cláusulas-espelho”, que exigem que produtos importados respeitem padrões ambientais, sanitários ou de bem-estar animal semelhantes aos adotados pela União Europeia.</p>
<p>Em entrevista anterior à RFI, o especialista em comércio internacional Bruno Capuzzi, pesquisador do Insper Agro Global, observou que a situação coloca os produtores franceses diante de uma contradição: “Seria um contrassenso, porque os agricultores franceses pedem para a União Europeia aplicar as famosas cláusulas-espelho. Se a lei brasileira passar como está, estará fazendo exatamente isso”, avaliou.</p>
<p>Segundo ele, a proibição não se dirige ao produto em si, mas ao método de produção. “Se houvesse uma forma de engordar a ave sem alimentação forçada, o foie gras por si só não seria proibido. É uma distinção importante”, destacou.</p>
<p>Leia tambémPossível proibição do foie gras no Brasil enfurece produtores franceses, que exigem ‘intervenção’ da UE</p>
<p>Com a nova lei, o Brasil passa a integrar um grupo restrito de países que proíbem simultaneamente a produção e a venda de foie gras. A medida é considerada mais rigorosa do que a adotada em diversos países europeus, em que a alimentação forçada é restringida ou proibida, mas a comercialização da iguaria continua autorizada.</p>
<p>Para os defensores da iniciativa, o país dá um passo importante na proteção do bem-estar animal. Para os produtores franceses, porém, a decisão pode se transformar no primeiro teste concreto das relações comerciais entre Mercosul e União Europeia após a assinatura histórica do acordo entre os dois blocos.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Empreendedor cria papel sustentável para mechas e negócio fatura R$ 300 mil por mês</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/empreendedor-cria-papel-sustentavel-para-mechas-e-negocio-fatura-r-300-mil-por-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 19:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A busca por soluções mais sustentáveis tem transformado diversos setores da economia. Em Londrina (PR), uma inovação criada para os&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por soluções mais sustentáveis tem transformado diversos setores da economia. Em Londrina (PR), uma inovação criada para os salões de beleza mostra como uma ideia simples pode gerar impacto ambiental e abrir espaço para um negócio de alcance internacional.</p>
<p>Lucas Olivetti criou um papel sustentável para a aplicação de mechas e descoloração de cabelos, desenvolvido para substituir as tradicionais folhas de alumínio utilizadas nos procedimentos.</p>
<p>A solução nasceu da combinação entre experiência no setor gráfico, persistência empreendedora e a observação de um problema pouco discutido fora do universo da beleza. O caminho até a invenção, porém, esteve longe de ser linear.</p>
<p>Antes de lançar o produto que mudou sua trajetória, Olivetti acumulou três tentativas de empreender. Duas delas foram em negócios ligados ao segmento gráfico. Nenhuma prosperou da forma esperada. Ainda assim, ele nunca abandonou o sonho de construir uma empresa própria.</p>
<p>O contato com o empreendedorismo começou cedo. Ainda criança, acompanhava o trabalho do avô na feira e observava de perto os desafios e as oportunidades de quem vive do próprio negócio.</p>
<p>A ideia que deu origem à empresa surgiu durante uma conversa com um cabeleireiro. Na ocasião, Lucas ouviu relatos sobre limitações do alumínio utilizado nos processos de coloração e descoloração dos fios. A observação despertou sua curiosidade.</p>
<p>Empreendedor cria papel sustentável para mechas e negócio fatura R$ 300 mil por mês<br />
Após três tentativas frustradas de empreender, empresário desenvolveu uma alternativa ao papel-alumínio usado em salões de beleza. Produto já foi vendido para 19 países e evitou o descarte de milhões de quilos de alumínio.</p>
<p>A busca por soluções mais sustentáveis tem transformado diversos setores da economia. Em Londrina (PR), uma inovação criada para os salões de beleza mostra como uma ideia simples pode gerar impacto ambiental e abrir espaço para um negócio de alcance internacional.</p>
<p>Lucas Olivetti criou um papel sustentável para a aplicação de mechas e descoloração de cabelos, desenvolvido para substituir as tradicionais folhas de alumínio utilizadas nos procedimentos.</p>
<p>A solução nasceu da combinação entre experiência no setor gráfico, persistência empreendedora e a observação de um problema pouco discutido fora do universo da beleza. O caminho até a invenção, porém, esteve longe de ser linear.</p>
<p>Antes de lançar o produto que mudou sua trajetória, Olivetti acumulou três tentativas de empreender. Duas delas foram em negócios ligados ao segmento gráfico. Nenhuma prosperou da forma esperada. Ainda assim, ele nunca abandonou o sonho de construir uma empresa própria.</p>
<p>O contato com o empreendedorismo começou cedo. Ainda criança, acompanhava o trabalho do avô na feira e observava de perto os desafios e as oportunidades de quem vive do próprio negócio.</p>
<p>A ideia que deu origem à empresa surgiu durante uma conversa com um cabeleireiro. Na ocasião, Lucas ouviu relatos sobre limitações do alumínio utilizado nos processos de coloração e descoloração dos fios. A observação despertou sua curiosidade.</p>
<p>Com conhecimento prévio nas áreas de gráfica e celulose, ele começou a pesquisar alternativas. Descobriu que praticamente não existiam opções capazes de substituir o alumínio nos procedimentos de mechas sem gerar resíduos metálicos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, identificou o potencial ambiental da proposta. As pesquisas começaram em 2018. Durante cerca de um ano, o empreendedor realizou testes, protótipos e ajustes até chegar ao formato ideal.</p>
<p>Parte desse trabalho foi desenvolvida na gráfica do padrasto, utilizando equipamentos e matérias-primas já disponíveis no local. O resultado foi um papel capaz de auxiliar o processo de clareamento dos fios sem utilizar alumínio.</p>
<p>Além da proposta sustentável, o produto foi desenvolvido para oferecer maior segurança durante os procedimentos químicos realizados nos cabelos. Mas criar a solução foi apenas metade do desafio.</p>
<p>Quando chegou o momento de apresentar a novidade ao mercado, Lucas teve de enfrentar a resistência natural dos profissionais do setor. Sem experiência no universo dos salões de beleza, ele visitava estabelecimentos tentando convencer cabeleireiros a testar um produto completamente novo.</p>
<p>Muitas vezes, as amostras distribuídas sequer eram utilizadas. A virada aconteceu quando o empreendedor decidiu buscar validação não diretamente nos salões, mas junto às marcas de cosméticos.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Setor de açúcar e etanol reage a tarifa dos EUA e diz que medida de Trump ignora realidade do mercado</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/setor-de-acucar-e-etanol-reage-a-tarifa-dos-eua-e-diz-que-medida-de-trump-ignora-realidade-do-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 20:56:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os produtores brasileiros de etanol e açúcar lamentaram, nesta quinta-feira (16), a decisão do governo dos Estados Unidos de impor&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os produtores brasileiros de etanol e açúcar lamentaram, nesta quinta-feira (16), a decisão do governo dos Estados Unidos de impor uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Para o setor, a medida representa um retrocesso na relação comercial entre os dois países.</p>
<p>Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), os Estados Unidos compraram 253 milhões de litros de etanol brasileiro em 2025, em um total de US$ 163 milhões (R$ 832,93 milhões). Com isso, o país foi o segundo principal destino das exportações do combustível, atrás apenas da Coreia do Sul.</p>
<p>No caso do açúcar, os EUA importaram 420 mil toneladas do produto brasileiro em 2025. O volume, porém, ficou bem abaixo das 1,12 milhão de toneladas embarcadas em 2024.</p>
<p>Em nota, a Unica afirmou que a nova tarifa ignora as diferenças existentes na relação comercial entre os dois países. A entidade destacou que o açúcar brasileiro já enfrenta tarifas e limitações para entrar no mercado americano, enquanto o Brasil, segundo ela, não impõe restrições desse tipo ao etanol dos Estados Unidos.</p>
<p>A tarifa adicional de 25% foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) e deve entrar em vigor em 22 de julho. O governo americano justificou a medida alegando que o Brasil adota práticas comerciais consideradas desleais &#8211; acusação rejeitada pelo governo brasileiro.</p>
<p>Quais os argumentos do USTR?<br />
Entre os argumentos apresentados pelos EUA está a dificuldade de acesso ao mercado brasileiro de etanol. Dados do próprio governo americano mostram que as exportações de etanol dos Estados Unidos para o Brasil vêm caindo nos últimos anos.</p>
<p>A União Nacional do Etanol de Milho (Unem), por sua vez, afirmou que a tarifa brasileira aplicada ao etanol importado segue as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e não descumpre nenhum acordo bilateral firmado com os Estados Unidos.</p>
<p>A entidade também explicou que a queda nas importações de etanol americano ocorreu porque a produção nacional de etanol de milho cresceu de forma acelerada nos últimos anos, aumentando a oferta do combustível no mercado brasileiro e reduzindo a necessidade de importações.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<item>
		<title>Veja quais dos 50 produtos brasileiros mais exportados aos EUA passarão a pagar a nova tarifa de 25%</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/veja-quais-dos-50-produtos-brasileiros-mais-exportados-aos-eua-passarao-a-pagar-a-nova-tarifa-de-25/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 20:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova tarifa adicional de 25% anunciada nesta quarta-feira (15) pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros vai atingir uma parcela&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/veja-quais-dos-50-produtos-brasileiros-mais-exportados-aos-eua-passarao-a-pagar-a-nova-tarifa-de-25/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova tarifa adicional de 25% anunciada nesta quarta-feira (15) pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros vai atingir uma parcela importante das exportações do Brasil, mas preservará boa parte dos itens que mais geram receita nas vendas ao mercado americano.</p>
<p>Entre os 50 produtos brasileiros mais exportados para os EUA em 2025, produtos como petróleo bruto, café em grão, aeronaves, carne bovina, celulose, sucos de laranja, ferro-gusa e ferro-nióbio ficaram fora da nova cobrança.</p>
<p>Já produtos como máquinas industriais, pneus, açúcar, etanol, tabaco, madeira, calçados e alguns produtos de alumínio passarão a pagar uma tarifa adicional de 25% a partir de 22 de julho.</p>
<p>A medida foi tomada após a conclusão de uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), com base na Seção 301 da legislação comercial americana.</p>
<p>Ao todo, milhares de produtos brasileiros foram incluídos na nova cobrança. Outros ficaram de fora porque o governo americano decidiu conceder exceções por motivos econômicos, estratégicos ou porque já estavam sujeitos a outras tarifas. (veja a aqui a lista de produtos isentos)</p>
<p>O que muda para os principais produtos exportados<br />
Os EUA compraram cerca de US$ 37,7 bilhões (cerca de R$ 192,7 bilhões) em produtos brasileiros em 2025. Os dez principais produtos vendidos ao país responderam por quase metade desse valor.</p>
<p>A maior parte desses produtos continuará sem pagar a nova tarifa de 25%. Entre eles estão:</p>
<p>petróleo bruto;<br />
café em grão;<br />
aeronaves;<br />
ferro-gusa;<br />
celulose branqueada;<br />
carne bovina congelada;<br />
suco de laranja congelado e não congelado;<br />
ferro-nióbio;<br />
minério de ferro;<br />
combustíveis de aviação;<br />
partes de turbinas;<br />
silício.<br />
Também ficaram fora da nova cobrança produtos como couro bovino, mel natural, hidróxido de alumínio, café solúvel e alguns produtos de madeira.</p>
<p>Por outro lado, diversos produtos brasileiros passarão a enfrentar a tarifa adicional, incluindo:</p>
<p>fuel oil (óleo combustível, usado principalmente em geração de energia e em processos industriais);<br />
gasolina;<br />
carregadeiras;<br />
transformadores elétricos;<br />
bulldozers (tratores de esteira, máquinas pesadas usadas em obras de terraplenagem e mineração);<br />
motoniveladoras;<br />
pneus para automóveis, caminhões e ônibus;<br />
açúcar de cana;<br />
etanol;<br />
tabaco em folhas;<br />
portas e madeira serrada;<br />
madeira compensada;<br />
calçados de couro;<br />
granito e pedras trabalhadas;<br />
matérias proteicas;<br />
chapas de alumínio.<br />
Os dados foram levantados a partir do Comex Stat, sistema do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) que reúne estatísticas oficiais do comércio exterior brasileiro, considerando as exportações do país para os EUA em 2025.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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