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	<title>Arquivos Economia - Portal Leia Mais</title>
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	<lastBuildDate>Tue, 23 Jun 2026 19:36:22 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Economia - Portal Leia Mais</title>
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	<item>
		<title>Imposto de Renda 2026: Receita abre nesta terça a consulta ao 2º lote de restituição, o maior da história</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/imposto-de-renda-2026-receita-abre-nesta-terca-a-consulta-ao-2o-lote-de-restituicao-o-maior-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 19:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal abriu nesta terça-feira (23), às 9h, a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/imposto-de-renda-2026-receita-abre-nesta-terca-a-consulta-ao-2o-lote-de-restituicao-o-maior-da-historia/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal abriu nesta terça-feira (23), às 9h, a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026, referente ao mês de junho. O pagamento aos contribuintes contemplados está previsto para o dia 30 de junho.</p>
<p>Com R$ 16 bilhões destinados a 9,58 milhões de contribuintes, este é o maior lote de restituição da história em número de beneficiados. O valor é o mesmo do primeiro lote de 2026, pago em maio.</p>
<p>Juntos, os dois pagamentos devem contemplar cerca de 80% das restituições previstas para este ano, segundo a Receita Federal. (veja aqui como consultar)</p>
<p>Somados, os dois primeiros lotes de restituição do Imposto de Renda de 2026 vão beneficiar 18,3 milhões de contribuintes, com pagamentos que totalizam R$ 32 bilhões.</p>
<p>Quem recebe neste lote<br />
O pagamento será feito em 30 de junho. Do total, R$ 4,49 bilhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:</p>
<p>155.060 restituições para idosos acima de 80 anos;<br />
1.106.923 restituições para idosos entre 60 e 79 anos;<br />
106.294 restituições para pessoas com deficiência física ou mental ou com moléstia grave;<br />
507.768 restituições para contribuintes cuja principal fonte de renda é o magistério.<br />
Além disso, 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes que ganharam prioridade por terem utilizado a declaração pré-preenchida e/ou optado pelo recebimento via Pix. Segundo a Receita, não haverá pagamento para contribuintes sem prioridade neste lote.</p>
<p>Veja o calendário da restituição do IR 2026<br />
Os pagamentos das restituições do IRPF 2026 serão feitos em quatro lotes, segundo informações da Receita. Veja as datas dos pagamentos:</p>
<p>1º lote: 29 de maio<br />
2º lote: 30 de junho<br />
3º lote: 31 de julho<br />
4º lote: 28 de agosto</p>
<p>Como fazer a consulta?</p>
<p>O contribuinte pode verificar se vai receber neste lote por meio da página da Receita na internet. Basta clicar na opção &#8220;Meu Imposto de Renda&#8221; e, em seguida, em &#8220;Consultar a Restituição&#8221;.</p>
<p>A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.</p>
<p>A Receita Federal disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.</p>
<p>Em nota oficial, o Fisco afirma que &#8220;assume o compromisso de realizar pagamento de restituições apenas em conta bancária de titularidade do contribuinte&#8221;. Assim, vale destacar que as rotinas de segurança da Receita impedem o pagamento caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino.</p>
<p>&#8220;Para não haver prejuízo ao contribuinte, a Receita oferece o serviço de reagendamento disponibilizado pelo Banco do Brasil pelo prazo de até um ano da primeira tentativa de crédito. Assim, o contribuinte poderá corrigir os dados bancários para uma conta de sua titularidade&#8221;, afirma a nota.</p>
<p>Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones:</p>
<p>4004-0001 (capitais)<br />
0800-729-0001 (demais localidades)<br />
0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos)<br />
Ao utilizar esse serviço o contribuinte deve informar o valor da restituição e o número do recibo da declaração. Depois, é só aguardar a nova tentativa de crédito. Caso o contribuinte não resgate sua restituição dentro do prazo, precisará fazer um requerimento pelo Portal e-CAC.</p>
<p>Malha fina<br />
Ao realizar a consulta, o contribuinte também poderá saber se há alguma pendência em sua declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada &#8220;malha fina&#8221;.</p>
<p>Para saber a situação de sua declaração do IR, o trabalhador deve buscar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) da Receita Federal na internet.</p>
<p>Acesso se dá mediante o uso da conta gov.br, nos níveis prata ou ouro.<br />
Contribuinte deve procurar, no serviço, por &#8220;declarações e demonstrativos&#8221;.<br />
Em seguida deve buscar o &#8220;Meu Imposto de Renda&#8221;, e consultar a declaração de 2026.<br />
O Fisco informará:</p>
<p>Se a declaração foi processada (situação regular);<br />
Se há pendências (malha fina).<br />
No caso de haver pendência, isso quer dizer que a declaração caiu na malha fina do leão, ou seja, foi retida por conta de divergências de dados com aqueles que o Fisco possui sobre o contribuinte.</p>
<p>Nesse caso, a inconsistência pode ser resultado de uma informação errada informada pelo próprio contribuinte, pela empresa na qual trabalha (fonte pagadora) ou até mesmo terceiros (prestadores de serviços).</p>
<p>Ao entrar no Centro Virtual de Atendimento, a Receita Federal informará qual a divergência na declaração retida em malha fina, e como resolver o problema.</p>
<p>No caso de o trabalhador ter informado um dado errado, ele deve enviar uma declaração retificadora para corrigir a informação. Assim que a isso for feito pelo trabalhador, sua declaração sai da malha fina.<br />
No caso de a fonte pagadora, ou de uma prestadora de serviços (da qual o contribuinte incluiu uma nota fiscal em sua declaração) ter errado, o contribuinte deve aguardar a retificação da informação.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amazon traz Alexa+ ao Brasil e aposta em IA como o ChatGPT para renovar assistente virtual</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/amazon-traz-alexa-ao-brasil-e-aposta-em-ia-como-o-chatgpt-para-renovar-assistente-virtual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 20:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Amazon anunciou nesta quinta-feira (18) o lançamento da Alexa+ no Brasil. A nova versão da assistente virtual passa a&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/amazon-traz-alexa-ao-brasil-e-aposta-em-ia-como-o-chatgpt-para-renovar-assistente-virtual/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazon anunciou nesta quinta-feira (18) o lançamento da Alexa+ no Brasil. A nova versão da assistente virtual passa a usar inteligência artificial generativa, tecnologia semelhante à do ChatGPT, e agora é capaz de executar tarefas mais complexas.</p>
<p>A Alexa+ já estava disponível nos Estados Unidos desde 2025 e chega agora ao Brasil custando R$ 99,90 por mês para quem quiser contratar separadamente. Já os assinantes do Amazon Prime, que custa R$ 19,90 mensais, terão acesso à nova versão sem custo adicional.</p>
<p>A Amazon afirma que a Alexa &#8220;turbinada&#8221; funcionará na maioria dos dispositivos Echo, com exceção dos modelos de primeira geração. O recurso começa a ser liberado gradualmente aos clientes a partir desta quinta-feira. Os interessados podem entrar na fila de acesso pelo site da Amazon ou dizendo &#8220;Alexa, quero Alexa+&#8221; para a assistente.</p>
<p>Amazon traz Alexa+ ao Brasil e aposta em IA como o ChatGPT para renovar assistente virtual<br />
Nova versão usa IA trubinada para conversar de forma mais natural e realizar tarefas mais complexas. Novidade custa R$ 100 por mês para quem não é assinante do Amazon Prime.</p>
<p>A Amazon anunciou nesta quinta-feira (18) o lançamento da Alexa+ no Brasil. A nova versão da assistente virtual passa a usar inteligência artificial generativa, tecnologia semelhante à do ChatGPT, e agora é capaz de executar tarefas mais complexas.</p>
<p>A Alexa+ já estava disponível nos Estados Unidos desde 2025 e chega agora ao Brasil custando R$ 99,90 por mês para quem quiser contratar separadamente. Já os assinantes do Amazon Prime, que custa R$ 19,90 mensais, terão acesso à nova versão sem custo adicional.</p>
<p>A Amazon afirma que a Alexa &#8220;turbinada&#8221; funcionará na maioria dos dispositivos Echo, com exceção dos modelos de primeira geração. O recurso começa a ser liberado gradualmente aos clientes a partir desta quinta-feira. Os interessados podem entrar na fila de acesso pelo site da Amazon ou dizendo &#8220;Alexa, quero Alexa+&#8221; para a assistente.</p>
<p>&#8220;Dezenas de milhares de clientes serão convidados nas próximas semanas, com expansão contínua&#8221;, afirmou a empresa.</p>
<p>Segundo a Amazon, quem comprar novos dispositivos da marca a partir de hoje terá acesso antecipado à novidade.</p>
<p>Antes da Alexa+, a assistente da Amazon era baseada principalmente em comandos pré-programados e modelos preditivos. Com a IA generativa, ela passa a realizar tarefas mais complexas, seguindo o caminho de IAs mais espertas como ChatGPT, Gemini e Claude.</p>
<p>A principal diferença em relação à Alexa atual está na forma como ela conversa com o usuário. Segundo a Amazon, a Alexa+ tem interações mais naturais, entende expressões brasileiras, inclusive regionais, e deixa de lado parte do comportamento mais robótico das versões anteriores.</p>
<p>Além disso, a assistente consegue lidar com múltiplos comandos em uma mesma conversa e conta com memória, o que permite retomar assuntos abordados anteriormente.</p>
<p>Segundo a Amazon, ela pode aprender preferências do usuário, como estilos musicais e restrições alimentares, consultar compromissos na agenda e até redigir ou enviar e-mails, desde que esteja conectada ao serviço de e-mail utilizado pela pessoa.</p>
<p>A Alexa+ também pode realizar ações mais personalizadas. Por exemplo, se o usuário disser apenas que está com frio, ela poderá reduzir a temperatura do ar-condicionado automaticamente, desde que o aparelho esteja conectado à plataforma.</p>
<p>A empresa também adiantou que, &#8220;muito em breve&#8221;, será possível pedir para a Alexa+ chamar um Uber. Ao receber o comando, a assistente confirmará o destino, a categoria do carro, valor, o tempo estimado de chegada e solicitará a corrida.</p>
<p>O processo, porém, não será instantâneo. Em demonstrações feitas pela Amazon, a Alexa levou alguns minutos para concluir a tarefa. Segundo a empresa, isso acontece porque a assistente precisa se conectar a serviços externos, como a Uber, para executar a ação.</p>
<p>A Amazon também anunciou um novo aplicativo da Alexa+, que permitirá aos usuários continuar interagindo com a assistente mesmo quando estiverem fora de casa.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Labubu chega ao Brasil nesta quinta com bonecos a partir de R$ 299,99</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/labubu-chega-ao-brasil-nesta-quinta-com-bonecos-a-partir-de-r-29999/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 20:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os bonecos Labubu já podem ser comprados oficialmente no Brasil. O anúncio foi feito pela Candide, responsável pela distribuição dos&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/labubu-chega-ao-brasil-nesta-quinta-com-bonecos-a-partir-de-r-29999/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os bonecos Labubu já podem ser comprados oficialmente no Brasil. O anúncio foi feito pela Candide, responsável pela distribuição dos produtos da empresa chinesa Pop Mart.</p>
<p>A chegada estava prevista para 5 de junho, mas a data foi alterada, e os bonecos Labubu só passaram a ser vendidos no país nesta quinta-feira (18). Além deles, também foram lançados itens das linhas Hirono, Crybaby, Skullpanda, Meninas Superpoderosas, Pucky e Nyota.</p>
<p>As vendas começam simultaneamente em 20 lojas distribuídas por 11 estados brasileiros. Todas são especializadas em itens colecionáveis:</p>
<p>Distrito Federal: no ParkShopping em Brasília (DF);<br />
Rio de Janeiro: no Shopping Leblon e Barra Shopping no Rio de Janeiro (RJ) e Plaza Shopping em Niterói (RJ);<br />
São Paulo: no Shopping Anália Franco, Shopping Bourbon, Shopping Eldorado, Shopping Pátio Higienópolis, Shopping Marketplace, Shopping Iguatemi, além de uma loja no bairro da Liberdade e outra nos Jardins;<br />
Minas Gerais: no BH Shopping;<br />
Bahia: Salvador Shopping;<br />
Pernambuco: Shopping RioMar Recife;<br />
Amazonas: no bairro Nossa Senhora das Graças, em Manaus (AM);<br />
Espírito Santo: no Shopping Vila Velha;<br />
Santa Catarina: no Balneário Shopping, em Balneário Camboriú (SC);<br />
Paraná: no Park Shopping Barigui em Curitiba (PR);<br />
Rio Grande do Sul: Shopping Iguatemi em Porto Alegre (RS).</p>
<p>Fonte: G1</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>iPhone no Brasil passa a aceitar lojas de apps rivais e pagamentos de terceiros após acordo entre Apple e Cade</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/uncategorized/iphone-no-brasil-passa-a-aceitar-lojas-de-apps-rivais-e-pagamentos-de-terceiros-apos-acordo-entre-apple-e-cade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 20:36:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Donos de iPhone no Brasil já podem baixar aplicativos de lojas rivais da App Store e usar sistemas de pagamento&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/uncategorized/iphone-no-brasil-passa-a-aceitar-lojas-de-apps-rivais-e-pagamentos-de-terceiros-apos-acordo-entre-apple-e-cade/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donos de iPhone no Brasil já podem baixar aplicativos de lojas rivais da App Store e usar sistemas de pagamento de terceiros. A mudança começou a valer nesta quinta-feira (18) e faz parte de um acordo entre a Apple e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), após meses de disputa.</p>
<p>O que muda na prática? A partir de agora, donos de iPhones poderão comprar e baixar aplicativos em lojas rivais da App Store. Ao comprar ou assinar um aplicativo, por exemplo, também será possível usar métodos de pagamento diferentes do sistema da Apple. As duas opções (a da Apple e a de terceiros) deverão ser exibidas lado a lado para os usuários.</p>
<p>A mudança passa a valer com a atualização para o iOS 26.5. Para verificar se ela já está disponível no seu iPhone, acesse &#8220;Ajustes&#8221;, &#8220;Geral&#8221; e &#8220;Atualização de Software&#8221;.</p>
<p>A Apple sempre foi contra a mudança, alegando riscos à segurança e à privacidade de seus clientes.</p>
<p>Em comunicado divulgado nesta quinta, a empresa afirmou que &#8220;trabalhou para reduzir os novos riscos à privacidade e à segurança que essas alterações criam, oferecendo aos usuários no Brasil a melhor e mais segura experiência possível&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Apple trabalhou com o regulador brasileiro para introduzir proteções contra essas novas ameaças, incluindo importantes salvaguardas para usuários mais jovens. Essas medidas incluem a autenticação de apps do iOS, um processo de autorização para lojas de apps e requisitos que protegem as crianças de conteúdo inadequado e golpes&#8221;, completou.</p>
<p>A empresa também informou que as lojas alternativas de aplicativos precisarão obter uma autorização da Apple e cumprir requisitos definidos pela própria companhia. Ainda assim, a empresa afirma que não pode garantir o mesmo nível de segurança oferecido pela App Store.</p>
<p>Essas lojas de apps alternativas precisarão da autorização da Apple e deverão atender a todos os requisitos que possam surgir para oferecer seus serviços a desenvolvedores e usuários.</p>
<p>A mudança é parecida com a que a Apple teve que fazer na União Europeia, onde desenvolvedores tinham que pagar taxas de até 30% por cada transação feita em seus aplicativos por meio do sistema de pagamentos da empresa.</p>
<p>Apple seguirá cobrando comissão<br />
A Apple continuará cobrando comissão sobre a venda de bens e serviços digitais no Brasil, mesmo após a abertura do iPhone para lojas de aplicativos e sistemas de pagamento de terceiros.</p>
<p>Segundo a empresa, desenvolvedores que distribuem aplicativos pela App Store pagarão uma comissão de 21% sobre essas vendas. Para a maioria dos desenvolvedores, incluindo participantes do Programa de Pequenas Empresas e assinaturas após o primeiro ano, a taxa será reduzida para 10%.</p>
<p>Os desenvolvedores que utilizarem o sistema de compras da própria Apple pagarão uma taxa adicional de 5%.</p>
<p>Já as vendas de bens e serviços digitais realizadas em sites vinculados aos aplicativos terão uma comissão de 15%. Para desenvolvedores elegíveis às condições reduzidas, a taxa cairá para 10%.</p>
<p>No caso de aplicativos distribuídos fora da App Store, a Apple cobrará uma comissão de 5% sobre a venda de bens e serviços digitais, incluindo apps pagos.</p>
<p>A empresa afirma que, com as novas regras, os desenvolvedores que vendem bens e serviços digitais pagarão o mesmo valor ou menos do que pagam atualmente. &#8220;Os desenvolvedores que não vendem bens e serviços digitais continuarão sem pagar comissões ou taxas à Apple&#8221;, diz a companhia.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dólar fecha em alta a R$ 5,17 após trégua entre Israel e Irã; Ibovespa cai</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/dolar-fecha-em-alta-a-r-517-apos-tregua-entre-israel-e-ira-ibovespa-cai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 22:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dólar encerrou a sessão desta segunda-feira (8) em alta, com os investidores acompanhando os desdobramentos da trégua entre Israel&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dólar encerrou a sessão desta segunda-feira (8) em alta, com os investidores acompanhando os desdobramentos da trégua entre Israel e Irã. A moeda norte-americana subiu 0,45%, para R$ 5,1798. após atingir R$ 5,1951 na máxima do dia. Já o Ibovespa caiu 0,32%, aos 168.471 pontos.</p>
<p>As tensões no Oriente Médio ficam mais uma vez no radar dos investidores nesta segunda-feira. No final de semana Israel e Irã trocaram ataques diretos pela primeira vez desde o cessar-fogo em abril. A sequência começou com uma ofensiva israelense a Beirute no final de semana. Teerã respondeu com mísseis e gerou novas retaliações. Os ataques só foram interrompidos após apelo do presidente americano, Donald Trump.</p>
<p>Em meio às tensões, os preços do petróleo no mercado internacional operam em alta. Perto das 15h30, o barril do Brent, referência internacional, subia 1,36%, cotado a US$ 94,36. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, tinha alta de 0,92%, cotado a US$ 91,37 o barril.</p>
<p>Na agenda de indicadores, os destaques da semana ficam com os novos dados de inflação do Brasil e dos Estados Unidos. A decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE) também fica no radar.</p>
<p>Nesta segunda-feira, o Boletim Focus, do BC, registrou uma nova alta nas estimativas de inflação pelo mercado financeiro em 2026, na 13ª semana seguida de aumento. Os analistas também passaram a projetar um corte menor de juros neste ano.</p>
<p><strong>Dólar</strong><br />
Acumulado da semana: +0,45%;<br />
Acumulado do mês: +2,72%;<br />
Acumulado do ano: -5,63%.</p>
<p><strong>Ibovespa</strong><br />
Acumulado da semana: -0,32%;<br />
Acumulado do mês: -3,06%;<br />
Acumulado do ano: +4,56%.<br />
Escalada das tensões no Oriente Médio<br />
A guerra no Oriente Médio mergulhou em uma nova fase, após Irã e Israel trocarem ataques mútuos pela primeira vez desde o cessar-fogo de abril. (acompanhe os principais acontecimentos)</p>
<p>A ofensiva começou no último domingo, após Irã ter lançado uma série de mísseis em direção a Israel no último domingo, em retaliação a um ataque israelense na capital do Líbano. Com isso, Israel realizou novos bombardeios a &#8220;alvos militares&#8221; no Irã — explosões foram ouvidas em Teerã, Tabriz e Isfahan, segundo a rede de TV Al Jazeera.</p>
<p>Fonte: G1</p>
<p>O post <a href="https://portalleiamais.com.br/economia/dolar-fecha-em-alta-a-r-517-apos-tregua-entre-israel-e-ira-ibovespa-cai/">Dólar fecha em alta a R$ 5,17 após trégua entre Israel e Irã; Ibovespa cai</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalleiamais.com.br">Portal Leia Mais</a>.</p>
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		<title>PIX x Zelle: veja as diferenças entre os sistemas de pagamento do Brasil e dos EUA</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/pix-x-zelle-veja-as-diferencas-entre-os-sistemas-de-pagamento-do-brasil-e-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 21:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalleiamais.com.br/?p=127000</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Zelle, sistema de pagamentos dos Estados Unidos, ficou entre os assuntos mais comentados nas redes sociais nesta quinta-feira (4),&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/pix-x-zelle-veja-as-diferencas-entre-os-sistemas-de-pagamento-do-brasil-e-dos-eua/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Zelle, sistema de pagamentos dos Estados Unidos, ficou entre os assuntos mais comentados nas redes sociais nesta quinta-feira (4), após o ex-deputado Eduardo Bolsonaro compará-lo ao PIX em entrevista à rádio TMC.</p>
<p>A declaração ocorre em meio a críticas do governo Donald Trump ao modelo brasileiro, com acusações de que o país favorece a ferramenta em detrimento de empresas americanas. (entenda mais abaixo)</p>
<p>Mas afinal, qual é a diferença entre os dois sistemas? Veja abaixo:</p>
<p>Público x privado<br />
O PIX é um sistema de pagamentos instantâneos público. A ferramenta foi desenvolvida e lançada pelo Banco Central do Brasil em 2020. O BC também é responsável pela regulação e pela infraestrutura tecnológica necessária para o funcionamento do sistema.</p>
<p>Já o Zelle — cuja pronúncia é “Zell” — foi lançado em 2017 e é uma iniciativa privada do sistema bancário dos Estados Unidos.</p>
<p>O sistema foi criado pela Early Warning Services, empresa de tecnologia financeira controlada por grandes bancos dos Estados Unidos, como Bank of America, Capital One, JPMorgan Chase, PNC Bank, Truist, U.S. Bank e Wells Fargo.</p>
<p>Integração limitada<br />
Embora o Banco Central estude permitir transferências diretas do PIX para contas no exterior, o sistema brasileiro — assim como o americano — ainda está limitado a operações entre contas nacionais.</p>
<p>A principal diferença, portanto, está no grau de integração com o sistema financeiro.</p>
<p>Enquanto o PIX funciona em qualquer banco, fintech ou instituição financeira autorizada pelo Banco Central, o Zelle é restrito às instituições participantes do sistema.</p>
<p>Segundo dados oficiais, o Zelle está disponível em mais de 2.400 aplicativos de bancos e cooperativas de crédito.</p>
<p>De acordo com informações do Banco Central, o PIX é usado por cerca de 80% da população brasileira, o que representa mais de 170 milhões de pessoas físicas do país.</p>
<p>O gráfico abaixo mostra a movimentação financeira em PIX nos últimos cinco anos.</p>
<p>O Zelle, sistema de pagamentos dos Estados Unidos, ficou entre os assuntos mais comentados nas redes sociais nesta quinta-feira (4), após o ex-deputado Eduardo Bolsonaro compará-lo ao PIX em entrevista à rádio TMC.</p>
<p>A declaração ocorre em meio a críticas do governo Donald Trump ao modelo brasileiro, com acusações de que o país favorece a ferramenta em detrimento de empresas americanas. (entenda mais abaixo)</p>
<p>Mas afinal, qual é a diferença entre os dois sistemas? Veja abaixo:</p>
<p>Público x privado<br />
O PIX é um sistema de pagamentos instantâneos público. A ferramenta foi desenvolvida e lançada pelo Banco Central do Brasil em 2020. O BC também é responsável pela regulação e pela infraestrutura tecnológica necessária para o funcionamento do sistema.</p>
<p>Já o Zelle — cuja pronúncia é “Zell” — foi lançado em 2017 e é uma iniciativa privada do sistema bancário dos Estados Unidos.</p>
<p>O sistema foi criado pela Early Warning Services, empresa de tecnologia financeira controlada por grandes bancos dos Estados Unidos, como Bank of America, Capital One, JPMorgan Chase, PNC Bank, Truist, U.S. Bank e Wells Fargo.</p>
<p>Integração limitada<br />
Embora o Banco Central estude permitir transferências diretas do PIX para contas no exterior, o sistema brasileiro — assim como o americano — ainda está limitado a operações entre contas nacionais.</p>
<p>A principal diferença, portanto, está no grau de integração com o sistema financeiro.</p>
<p>Enquanto o PIX funciona em qualquer banco, fintech ou instituição financeira autorizada pelo Banco Central, o Zelle é restrito às instituições participantes do sistema.</p>
<p>Segundo dados oficiais, o Zelle está disponível em mais de 2.400 aplicativos de bancos e cooperativas de crédito.</p>
<p>De acordo com informações do Banco Central, o PIX é usado por cerca de 80% da população brasileira, o que representa mais de 170 milhões de pessoas físicas do país.</p>
<p>O gráfico abaixo mostra a movimentação financeira em PIX nos últimos cinco anos.</p>
<p>Uso no dia a dia<br />
Enquanto o Zelle é voltado principalmente para transferências entre pessoas e transações de pequenas empresas, o PIX pode ser usado em diversas situações do dia a dia.</p>
<p>Segundo o Banco Central, além de transferências entre pessoas, o PIX também pode ser usado para:</p>
<p>pagamentos em estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços;<br />
pagamentos entre empresas;<br />
recolhimento de receitas públicas e contribuições; e<br />
pagamento de cobranças e faturas, como contas de serviços públicos.<br />
Além disso, o PIX é gratuito para pessoas físicas e costuma ter custo mais baixo para empresas. Já o Zelle pode ou não ser gratuito, a depender das tarifas cobradas pelo banco ou cooperativa de crédito. De acordo uma pesquisa realizada no terceiro trimestre do ano passado, no entanto, &#8220;quase todos&#8221; os bancos e cooperativas que disponibilizam o sistema não cobram taxas de consumidores.</p>
<p>Por fim, enquanto o PIX é instantâneo, o Zelle pode levar alguns minutos para que o valor fique disponível ao destinatário.</p>
<p>Dá pra cancelar um pagamento?<br />
Segundo o site oficial do Zelle, o usuário só pode cancelar um pagamento se o destinatário ainda não estiver cadastrado na plataforma.</p>
<p>Já o PIX conta com o Mecanismo Especial de Devolução (MED), usado para ajudar vítimas de fraude. O Banco Central ressalta, no entanto, que a ferramenta não garante o ressarcimento.</p>
<p>“A recuperação depende da análise do caso e da existência do saldo na conta do recebedor ou de demais envolvidos na fraude”, diz o BC.<br />
No caso de transferências feitas por engano, não há normas específicas do Banco Central ou do Conselho Monetário Nacional (CMN) sobre devolução. Ainda assim, o BC lembra que o Código Penal trata da apropriação indevida e orienta os consumidores a procurar o banco para tentar reaver o dinheiro.</p>
<p>O PIX também conta com uma funcionalidade que permite ao recebedor devolver valores enviados por engano diretamente pelo aplicativo do banco.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Dólar sobe e fecha a R$ 5,15, no maior nível em dois meses; Ibovespa cai aos 169 mil pontos</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/dolar-sobe-e-fecha-a-r-515-no-maior-nivel-em-dois-meses-ibovespa-cai-aos-169-mil-pontos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 21:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dólar encerrou a sessão desta sexta-feira (5) em alta de 1,78%, cotado a R$ 5,1566 — maior patamar desde&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/dolar-sobe-e-fecha-a-r-515-no-maior-nivel-em-dois-meses-ibovespa-cai-aos-169-mil-pontos/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dólar encerrou a sessão desta sexta-feira (5) em alta de 1,78%, cotado a R$ 5,1566 — maior patamar desde 2 de abril, quando fechou em R$ 5,1594 . Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caiu 0,77% e fechou aos 169.019 pontos, abaixo dos 170 mil pontos pela primeira vez desde janeiro.</p>
<p>Os novos dados de emprego dos Estados Unidos ficaram no centro das atenções nesta sexta-feira. Segundo informações do Departamento de Trabalho americano, o país registrou uma forte criação de empregos em maio, com 172 mil novas vagas no mês, bem acima do esperado pelo mercado, de 85 mil novos postos.</p>
<p>O dado é importante porque reforça a perspectiva de que o Federal Reserve (banco central americano) deve manter os juros nos EUA em níveis elevados para controlar a inflação. Entenda mais.</p>
<p>A política de juros nos EUA também tem reflexos no Brasil. Com as taxas em nível elevado, cresce a pressão para que a Selic, taxa básica de juros brasileira, permaneça em patamar alto por mais tempo, além de gerar efeitos sobre o câmbio e no nível de investimento estrangeiro no país.</p>
<p>As tensões no Oriente Médio também influenciaram os mercados financeiros. Nesta sexta-feira, o Líbano acusou o Irã de usar o país como &#8220;moeda de troca&#8221; nas negociações com os EUA. O país voltou a sofrer ataques aéreos de Israel e, há quatro dias, o porta-voz da diplomacia de Teerã condicionou qualquer tipo de acordo com o governo americano à interrupção dos bombardeios israelenses no território libanês.</p>
<p>Mesmo assim, os preços do petróleo caíam no mercado internacional. Perto das 17h, o barril do Brent, referência internacional, tinha queda de 2,16%, cotado a US$ 92,98. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, recuava 2,96%, a US$ 90,29 o barril.</p>
<p><strong>Dólar</strong><br />
Acumulado da semana: +2,26%;<br />
Acumulado do mês: +2,26%;<br />
Acumulado do ano: -6,05%.</p>
<p><strong>Ibovespa</strong><br />
Acumulado da semana: -2,74%;<br />
Acumulado do mês: -2,74%;<br />
Acumulado do ano: +4,90%.<br />
Emprego e juros nos EUA<br />
A economia americana registrou mais um mês de alta do emprego em maio, confirmando que o mercado de trabalho segue forte. Segundo dados do Departamento de Trabalho dos EUA, o país registrou um aumento de 172 mil vagas não agrícolas no mês passado.</p>
<p>O resultado representa uma desaceleração em comparação a abril, quando o país registrou 179 mil novos postos (número revisado), mas ainda marca um resultado bem acima do esperado pelo mercado, que projetava a criação de 85 mil vagas.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Exportações para os EUA recuam 14% em maio; balança tem saldo positivo de US$ 7,8 bilhões</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/exportacoes-para-os-eua-recuam-14-em-maio-balanca-tem-saldo-positivo-de-us-78-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:29:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalleiamais.com.br/?p=126962</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou déficit em suas transações comerciais com os Estados Unidos em maio, informou nesta quarta-feira (3) o Ministério&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/exportacoes-para-os-eua-recuam-14-em-maio-balanca-tem-saldo-positivo-de-us-78-bilhoes/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou déficit em suas transações comerciais com os Estados Unidos em maio, informou nesta quarta-feira (3) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).</p>
<p>O déficit comercial significa que o Brasil importou mais produtos americanos do que exportou para os Estados Unidos. Para a economia brasileira, esse fato representa um cenário desfavorável.</p>
<p>De acordo com o governo, as exportações aos EUA somaram US$ 3,09 bilhões em maio, com queda de 14%, frente ao mesmo período do ano passado.<br />
Ao mesmo tempo, as importações totalizaram US$ 3,21 bilhões da economia norte-americana, com recuo de 11% na comparação com outubro de 2024.<br />
Com isso, o saldo ficou deficitário para o Brasil em US$ 121 milhões no mês passado.<br />
No acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, os dados do governo mostram uma queda de vendas externas aos Estados Unidos de 16%, o equivalente a US$ 2,7 bilhões a menos. No período, as exportações brasileiras para lá totalizaram US$ 14 bilhões.</p>
<p>Esse recuo ainda não contempla os efeitos da tarifa de 25% sobre mercadorias brasileiras anunciada nesta segunda-feira (1), sob a alegação de que o governo adota práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os norte-americanos.</p>
<p>E nem mesmo de um adicional sobre 60 países — entre eles o Brasil — que teriam falhado em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. As duas sobretaxas, juntas, podem chegar a 37,5%.</p>
<p>Balança comercial como um todo<br />
Apesar da queda nas vendas para os EUA, a balança comercial como um todo registrou um saldo positivo de US$ 7,82 bilhões em maio deste ano, segundo dados oficiais do governo brasileiro.</p>
<p>O resultado é de superávit quanto as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, o resultado é deficitário.</p>
<p>O saldo positivo registrou alta de 10,8% em relação ao mesmo período ano passado, quando somou US$ 7,06 bilhões.<br />
Esse também foi o melhor resultado para meses de maio desde 2024, quando foi registrado um superávit de US$ 8,3 bilhões.</p>
<p>Segundo o governo, em maio:</p>
<p>As exportações somaram US$ 31,9 bilhões, com aumento de 12% pela média diária;<br />
As importações somaram US$ 24,1 bilhões, com aumento de 10,6% pela média diária.<br />
US$ 15 bilhões é o volume das exportações que pode ser afetado caso tarifa de 25% seja aplicada, segundo a Câmara Americana de Comércio para o Brasil — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução<br />
US$ 15 bilhões é o volume das exportações que pode ser afetado caso tarifa de 25% seja aplicada, segundo a Câmara Americana de Comércio para o Brasil — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução</p>
<p>Acumulado do ano<br />
Nos cinco primeiros meses deste ano, a balança comercial registrou saldo positivo de US$ 32,66 bilhões, informou o governo.</p>
<p>Com isso, houve aumento de 34,2% na comparação com o mesmo período de 2025, quando o saldo positivo somou US$ 24,33 bilhões.</p>
<p>No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 148,57 bilhões – alta 9,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, pela média diária.<br />
Já as importações somaram US$ 115,9 bilhões nos cinco primeiros meses de 2026, com alta de 4,2% em relação ao mesmo período de 2025, também pela média diária.</p>
<p>Exportações em maio<br />
Os destaques das vendas externas em maio seguem sendo produtos básicos, como a soja, petróleo e minérios:</p>
<p>Soja: US$ 6,3 bilhões, com aumento de 14,6%;<br />
Óleos brutos de petróleo: US$ 3,81 bilhões, com queda de 9,3%;<br />
Minério de ferro: US$ 1,97 bilhão, com recuo de 15,2%;<br />
Carne bovina: US$ 1,7 bilhão, com crescimento de 50%;<br />
Óleos combustíveis: US$ 1,19 bilhão, com alta de 75%;<br />
Farelo de soja: US$ 1,03 bilhão, com aumento de 21,1%.<br />
Já os principais consumidores de produtos vendidos pelo Brasil para o exterior seguem sendo China e a União Europeia, com Estados Unidos na terceira posição:</p>
<p>China: alta de 9,5%, para US$ 10,47 bilhões;<br />
União Europeia: aumento de 8,8%, para US$ 4,9 bilhões;<br />
Estados Unidos: queda de 14%, para US$ 3,09 bilhões<br />
Mercosul: queda de 15,6%, para US$ 1,89 bilhão;<br />
Asean: alta de 7,2%, para US$ 1,75 bilhões;<br />
África: alta de 10,2%, para US$ 1,17 bilhão;<br />
Oriente Médio: queda de 21,5%, para US$ 987 milhões;<br />
México: crescimento de 11,2%, para US$ 752 milhões.</p>
<p>Fonte: G1</p>
<p>O post <a href="https://portalleiamais.com.br/economia/exportacoes-para-os-eua-recuam-14-em-maio-balanca-tem-saldo-positivo-de-us-78-bilhoes/">Exportações para os EUA recuam 14% em maio; balança tem saldo positivo de US$ 7,8 bilhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalleiamais.com.br">Portal Leia Mais</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dinheiro esquecido: governo quer usar parte dos R$ 10,5 bilhões deixados em bancos para financiar Desenrola 2.0</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/economia/dinheiro-esquecido-governo-quer-usar-parte-dos-r-105-bilhoes-deixados-em-bancos-para-financiar-desenrola-2-0/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalleiamais.com.br/?p=126766</guid>

					<description><![CDATA[<p>As instituições financeiras têm até esta terça-feira (12) para transferir a um fundo público os recursos esquecidos pelos correntistas em&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/economia/dinheiro-esquecido-governo-quer-usar-parte-dos-r-105-bilhoes-deixados-em-bancos-para-financiar-desenrola-2-0/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições financeiras têm até esta terça-feira (12) para transferir a um fundo público os recursos esquecidos pelos correntistas em suas contas.</p>
<p>A determinação consta em portaria publicada na última semana pelo governo para regulamentar o Desenrola 2.0.</p>
<p>Balanço divulgado no mês passado pelo Banco Central mostra que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,55 bilhões em &#8220;recursos esquecidos&#8221; por 47 milhões de clientes. Deste total:</p>
<p>R$ 8,15 bilhões são recursos de 47 milhões de pessoas físicas;<br />
R$ 2,4 bilhões são valores de 5,06 milhões de empresas.<br />
BC aponta R$ 10,6 bilhões em &#8216;dinheiro esquecido&#8217; em março; bancos devem repassar nesta terça parte dos recursos ao governo</p>
<p>No começo deste mês, o governo informou que vai usar de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos para viabilizar descontos no Desenrola 2.0 – novo programa de renegociação de dívidas.</p>
<p>Esse dinheiro irá para um fundo público, o FGO, para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, parte do dinheiro desse fundo vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.</p>
<p>&#8220;Os recursos não reclamados serão utilizados para o FGO garantir operações do próprio sistema financeiro. Haverá segregação de 10% do saldo transferido que ficará disponível para cobrir eventuais pedidos de resgate [pelos correntistas]&#8221;, informou o governo.</p>
<p>O Ministério da Fazenda argumenta que esses recursos, que hoje estão nas tesourarias das instituições financeiras, &#8220;passarão a gerar benefícios para todo o sistema financeiro, em especial para as famílias que renegociarem suas dívidas&#8221;.</p>
<p>Prazos para reaver o dinheiro<br />
De acordo com portaria publicada na última terça-feira (5), a transferência de recursos ao fundo público (FGO) será realizada pelas instituições financeiras em um prazo de cinco dias úteis, ou seja, até esta terça-feira (12).</p>
<p>O governo também informou que será lançado um edital de chamamento público para os correntistas. Assim que publicado, o edital irá prever um prazo de 30 dias corridos para que clientes dos bancos possam contestar a transferência realizada. Eles deverão apresentar documentação necessária.</p>
<p>&#8220;Uma vez realizada a transferência, o Ministério da Fazenda, com apoio do FGO, publicará edital de chamamento público no Diário Oficial da União, que trará link para acesso a sistema de informações, em ambiente restrito e com acesso individualizado, no qual será possível consultar, dentre outros, sobre os montantes transferidos, a instituição responsável, a agência e número da conta&#8221;, diz a portaria publicada pelo Ministério da Fazenda.<br />
Uma vez apresentada a contestação dos correntistas, os valores serão revertidos pelo fundo aos bancos, que farão a devolução dos recursos aos seus correntistas, em até 15 dias úteis. Esse valor será corrigido pelo IPCA-15.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministro da Fazenda diz que reavaliar constantemente os preços de combustíveis é tarefa da Petrobras, não do governo</title>
		<link>https://portalleiamais.com.br/uncategorized/ministro-da-fazenda-diz-que-reavaliar-constantemente-os-precos-de-combustiveis-e-tarefa-da-petrobras-nao-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jamerson Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 20:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalleiamais.com.br/?p=126743</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu nesta segunda-feira (11) que, diante da disparada do petróleo causada pela guerra no&#8230;</p>
<p><a href="https://portalleiamais.com.br/uncategorized/ministro-da-fazenda-diz-que-reavaliar-constantemente-os-precos-de-combustiveis-e-tarefa-da-petrobras-nao-do-governo/" class="read-more">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu nesta segunda-feira (11) que, diante da disparada do petróleo causada pela guerra no Oriente Médio, há uma necessidade da Petrobras reavaliar continuamente os preços dos combustíveis no Brasil.</p>
<p>A declaração foi dada após encontro em Brasília com a presidente da empresa, Magda Chambriard. O governo é o controlador da Petrobras, que também tem ações negociadas na Bolsa de Valores.</p>
<p>Questionado se seria possível a estatal segurar por mais tempo a defasagem de 30% no diesel e de 65% na gasolina em relação aos preços internacionais dos produtos, conforme cálculo da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), Durigan afirmou que esse é um &#8220;tema da Petrobras&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu não discuto isso com a Petrobras. O que eu tenho sentido é que há uma necessidade da Petrobras ir reavaliando esses preços. E do lado do Estado, a gente ter esses mecanismos adicionais. Então, para além de cumprir dentro da gestão da Petrobras a política de preço, o que o Estado tem que fazer é, na medida em que a gente vê a guerra aumentando o custo no país, aumentando os preços, tem que se preparar, porque o Brasil não quer ser sócio da guerra&#8221;, declarou o ministro da Fazenda.<br />
O ministro pediu que o Congresso Nacional vote ainda nesta semana o projeto de lei complementar que abre a possibilidade de converter aumento de receita extraordinária de petróleo em redução de tributos sobre combustíveis.</p>
<p>Com esse projeto, o governo pode baixar impostos sobre combustíveis sem ter a necessidade de elevar outros tributos para compensar a queda de arrecadação.</p>
<p>&#8220;O meu pedido, a expectativa do governo é que a gente vote o quanto antes. Então, se for possível sim: que vote essa semana na Câmara e no Senado, tanto melhor para o governo&#8221;, afirmou Durigan.</p>
<p>Receita com petróleo<br />
O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei complementar que abre a possibilidade de converter aumento de receita extraordinária de petróleo em redução de tributos sobre combustíveis.</p>
<p>A proposta é uma autorização para reduzir tributos sobre combustíveis (diesel, gasolina, etanol e biodiesel) toda vez que for apurado aumento extraordinário da receita decorrente das cotações do preço do petróleo.</p>
<p>Assim, quando houver aumento de receita, o montante seria utilizado para reduzir tributos sobre combustíveis, como PIS/Cofins e Cide-gasolina.</p>
<p>Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a tese do governo é de que, como o Brasil é produtor e exportador de petróleo, as receitas públicas aumentam quando o preço sobe em função de receitas com royalties, por exemplo.</p>
<p>Segundo o projeto enviado pelo governo federal, os recursos decorrentes de aumento de receita extraordinário que poderão ser utilizados terão como fonte:</p>
<p>royalties e participação especial da União da exploração de petróleo ou gás natural;<br />
dinheiro oriundo da venda do petróleo, o gás natural e outros hidrocarbonetos destinados à União;<br />
montante oriunda de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) relativos ao setor de óleo e gás;<br />
dividendos da União recebidos de empresas do setor de óleo e gás;<br />
recursos oriundos do Imposto de Exportação de 12% extraordinário das exportações de petróleo.</p>
<p><strong>Fonte: G1</strong></p>
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