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Após despedida, Sobis quer estar na arquibancada em acesso do Cruzeiro: “Vai voltar ano que vem”

Rafael Sobis vive as últimas horas como jogador profissional. Logo mais, no Mineirão, entrará em campo pelo Cruzeiro, diante do Náutico, na última rodada da Série B. Entre várias coisas que quer fazer depois da aposentadoria, uma delas é marcar presença no jogo do acesso da equipe celeste à elite nacional. Foi o que ele disse em sua última entrevista coletiva na Toca da Raposa.

Sobis disputou duas edições da Série B com a camisa celeste. Foi peça importantíssima em 2020, com Felipão, e este ano também teve papel importante nos bastidores. O jogo contra o Náutico marca uma nova era para o jogador, que se despede da carreira, mas ele considera também que marcará mudanças no Cruzeiro.

– Que esse jogo seja um marco de uma nova era. O torcedor lotando o estádio para um jogo que teoricamente não vale nada, com uma loucura por ingressos. Mostra a grandeza do clube e, espero eu, que o ano que vem eu esteja nas arquibancadas vendo o jogo do acesso ou comemorando o acesso, porque do ano que vem não passa.

Na visão de Rafael Sobis, o Cruzeiro demorou a entender os problemas pelos quais estava passando. O agora (quase) ex-atacante considera que o Cruzeiro, pelo tamanho que tem na condição de clube, volta naturalmente à elite, se fizer as coisas.

– O Cruzeiro já aprendeu, como um todo. Sempre dou o exemplo de que um gigante, quando passa por problemas, demora um pouco a entender. Eu queria, sinceramente, me despedir na primeira divisão. Não foi possível, mas o clube aprendeu, as pessoas que estão aqui aprenderam.

Além de pretender marcar presença nas arquibancadas do Mineirão, Sobis quer aproveitar a nova etapa da vida para curtir familiares, datas festivas e curtir momentos que a carreira não permite, como sentar em um bar.

– Quero aproveitar minha família, curtir meus meninos, tentar ser o pai que não fui durante esse tempo em concentração. Quero ir na escola, nas reuniões de pais… quero aproveitar essas coisas normais na vida de todo mundo, mas que a profissão não me deixou fazer durante muito tempo.

Fonte: Divulgação

 


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