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Diretoria do Corinthians banca Sylvinho, mas demissões recentes pós-Dérbi aumentam pressão

Sylvinho conhece muito bem o Corinthians e sabe a importância desta semana de preparação para o clássico contra o Palmeiras, sábado, às 19h (de Brasília), pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Nos últimos cinco anos, três treinadores viram seus trabalhos serem interrompidos após tropeços contra o maior rival atuando como mandantes: Cristóvão Borges, em 2016, Tiago Nunes, em 2020 e, mais recentemente, Vagner Mancini, em maio deste ano.

No caso dos dois últimos, torcedores organizados foram até a porta da Neo Química Arena fazer pressão contra os treinadores. Coincidentemente, os três caíram após derrotas por 2 a 0 em casa.

Forte nas redes sociais, a pressão em Sylvinho se explica pela atual sequência: no momento em que o time estreia jogadores como Róger Guedes e Willian, a equipe vem de empates por 1 a 1 contra Juventude, Atlético-GO e América-MG, com dois destes jogos dentro da Neo Química Arena.

O desempenho em casa, aliás, talvez seja o ponto mais baixo da passagem de Sylvinho pelo clube: em 11 jogos em Itaquera, o treinador só venceu dois, empatou quatro e perdeu outros cinco. O desempenho é de apenas 30% dos pontos, algo que tem incomodado o torcedor corintiano.

A diretoria do Corinthians vê a pressão como normal, mas segue bancando a sequência de trabalho do técnico. Os dirigentes dizem gostar muito da forma como Sylvinho prepara o jogo e enxerga muita confiança por parte dos jogadores no ex-lateral. Acreditam que, com tempo, o trabalho terá efeitos.

O contrato de Sylvinho com o Corinthians é válido até o fim de 2022.

Fonte: Globo Esporte


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