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Mudanças cobram preço, e Vasco oferece pouco além de Maxi López

Alberto Valentim ainda não repetiu escalação nas nove partidas em que comandou o Vasco. Pudera: o elenco vive às voltas com lesões e suspensões. Mas há também uma parcela na conta do treinador e que pode explicar o motivo de o Cruz-Maltino não atuar da maneira esperada.

Depois de achar uma formação mais consistente, com três volantes, Valentim mudou de novo. Primeiro, contra o Paraná, por necessidade: havia apenas dois jogadores do setor disponíveis; diante do Botafogo, porém, foi por convicção: o retorno ao 4-2-3-1 voltou a expor a equipe na defesa e pouco influenciou no ataque.

Fabricio é a peça-chave para entender isso. Agora meia, ele foi utilizado anteriormente mais recuado, como um meia-esquerda. Diante do Botafogo, atuou centralizado, na armação, sendo o principal responsável pelas jogadas ofensivas. Não correspondeu.

A opção por Henrique na ponta esquerda também não surtiu efeito. O lateral tem bom cruzamento, mas pouco impactou o jogo ofensivo do Vasco.

O Vasco carece de padrão. Quando começava a achar com um esquema tático, apesar dos constantes desfalques, acabou mudando de formação. Retrocedeu alguns passos na estruturação da equipe.

Não à toa, o único jogador com sequência no time é o que mais se destaca. Maxi López, mesmo solitário à frente e recebendo poucas bolas por jogo, é quem tem resolvido. No clássico, bastou uma bola sobrar na área para ele empatar o jogo. O argentino, porém, precisa de companhia – de preferência, constante.

Fonte: Globo esporte


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