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Na volta às competições, Bia Ferreira nocauteia ansiedade com título na Bulgária: “Sede e fome de medalhas”

A volta de Bia Ferreira aos ringues foi do jeito que ela tem se acostumado nos últimos anos. No sábado, ela faturou o Torneio dos Balcãs, na Bulgária, onde derrotou Donjeta Sadiku, do Kosovo, pela categoria 60kg.

O título foi especial para a atual campeã mundial, pois marcou a retomada das competições para a brasileira. Segundo ela, embora coisas precisem ser aprimoradas, as vitórias em Sófia dão uma carga de confiança grande para a sequência do ciclo olímpico.

— Consegui me divertir muito, consegui fazer o que havia treinado. É claro que tivemos alguns pequenos erros, mas sabemos que estamos no caminho certo e confiantes para as próximas competições — disse.

“‘A gente sabe que vai estar pronto, a gente está com sede e fome de medalhas, e nesse tempo fora do ringue a gente vai correr atrás do prejuízo para continuar trazendo medalhas para o nosso país”, acrescentou.
Bia afirma que os atletas brasileiros que disputaram o Torneio dos Balcãs tiveram que lidar não só com as questões técnicas e físicas após o tempo sem competições, mas também com a ansiedade por volta a lutar em alto nível competitivo.

— Depois desses meses todos longe dos ringue, foi muito especial e importante, porque a gente ficou um tempo longo sem competir, treinando em casa. Depois a gente voltou com uma base, com os treinamentos intensos, mas sem campeonato marcado. Surgiu essa competição, e a gente fica um pouco receosa, porque outros países voltaram antes. A gente sabia que estava treinado, mas a adrenalina em campeonato é outra história, outra sensação estar no ringue. Você sabe que está bem, mas não sabe o que vai sentir na hora. Não só eu, mas a equipe toda estava ansiosa — contou Bia, escolhida pelo Comitê Olímpico Brasileiro como a melhor atleta brasileira dentre todas as modalidades em 2019 .

Em razão da pandemia da Covid-19, Beatriz Ferreira ficou o ano inteiro sem competir internacionalmente, já que iria participar do pré-olímpico em março, que foi adiado para 2021. Radicada em Juiz de Fora, a baiana ainda não está classificada para as Olimpíadas de Tóquio e precisa vencer o torneio continental, que deve ser realizado no início do ano que vem.

Fonte: Globo esporte


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