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No último passo rumo ao Mundial, Brasil estreia em Montreux contra a Rússia

Os últimos passos antes do maior desafio da temporada serão dados a partir desta terça-feira. Sempre visto com ares de treino de luxo, o Torneio de Montreux, na Suíça, ganha peso e importância às vésperas do Mundial. Em busca de ritmo para algumas de suas principais jogadoras, o Brasil encara a competição como a chance de acertar o time rumo ao Japão. A estreia é contra Rússia, às 13h45.O Brasil é pentacampeão em Montreux, com títulos em 2005, 2006, 2009, 2013 e 2017.

Após quatro amistosos contra os Estados Unidos, a seleção teve duas semanas de treinos. Em mente, a tentativa de corrigir os erros apresentados nas derrotas para as americanas. Na competição em Montreux, José Roberto Guimarães tenta fazer sua seleção evoluir à maneira que pensa do time em quadra.

Na Suíça, Zé Roberto terá o retorno de Fernanda Garay, que volta à seleção após período sabático. A líbero Suelen e a ponteira Drussyla, recuperadas de lesão, também estão liberadas. O técnico, porém, não vai contar com Tandara e Bia. Em tratamento contra dores nos ombros, as duas ficarão no Brasil, acompanhadas de Paulo Coco, assim como Fernanda Tomé – esta, por opção do treinador. Outra novidade é a presença de Monique, convocada após pedir dispensa da primeira fase de preparação devido a problemas pessoais. Natália, ainda em recuperação, não deverá ser usada.

Apesar dos problemas, a seleção acredita na evolução em quadra rumo ao Mundial no Japão. A estreia será no dia 29 de setembro, contra Porto Rico, na cidade de Hamamatsu.

– Voltei a treinar normalmente e estou muito motivada para Montreux. Será um torneio importante na nossa preparação para o Mundial. Temos treinado bem e sabemos que podemos evoluir até nossa estreia no Mundial. Na Suíça, vamos enfrentar adversários tradicionais como a Rússia, a China e a Turquia e essa competição será um teste importante para nosso grupo – afirmou Suelen.

Outra que busca ganhar ritmo é Thaísa. A central, que voltou a ser titular durante os amistosos contra os Estados Unidos, confia em sua evolução dentro de quadra.

– Acredito que a minha movimentação melhorou. Mas tenho que evoluir ainda mais. Preciso ganhar mais velocidade nos deslocamentos. Sei que consigo, e a cada treino sinto que melhoro. Vou continuar me cobrando muito, muito mesmo. Para mim, o torneio é bom para ganhar ritmo, tempo de bola, melhorar tempo de bloqueio. E isso só ganha treinando e jogando. Meu foco está nisso. E é muito importante para o time se acertar cada vez mais e ganhar corpo.

Fonte: Globo esporte


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