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Vasco não completa um ano com o mesmo técnico desde 2016; média é de uma troca a cada 5,8 meses

A demissão de Marcelo Cabo foi o capítulo mais recente de uma realidade em São Januário: a constante mudança de técnicos. Desde 2016, o Vasco não completa um ano com o mesmo treinador. Além disso, a média é de uma troca de comando a cada 5,8 meses, segundo levantamento do ge.Os dados são da ferramenta “Rotatividade dos Técnicos”, que mapeia a dança das cadeiras no futebol brasileiro desde 2003. Neste período, o Vasco teve 39 trocas (é o 14º na lista). No ranking do tempo de permanência dado aos comandantes, o clube ocupa a 12ª posição – com a média de 5,8 meses.

Jorginho foi o último treinador a ficar mais de um ano em São Januário. Na primeira passagem, o ex-lateral assumiu em 17 de agosto de 2015 e deixou o cargo em 28 de novembro de 2016. Nos 16 meses, não evitou o segundo rebaixamento para a Série B, mas conquistou um título do Carioca. Teve um aproveitamento de 60%.

O vai e vem, a despeito de eventuais reflexos em campo, causa problemas financeiros. Na ocasião da demissão de Ricardo Sá Pinto no ano passado, o Vasco acumulava dívidas com os seus últimos seis comandantes. Realidade igual para ex-auxiliares técnicos. São cinco que processam o clube.

A decisão de demitir um técnico na Série B não foi algo inédito no Vasco. Dorival (2009) e Jorginho (2016) começaram e completaram o campeonato com o acesso, Adilson Batista não teve o mesmo sucesso em 2014. Ele foi substituído por Joel Santana.

Fonte: Globo Esporte


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