- Polícia

Operação prende onze pessoas por violação do monitoramento eletrônico

Onze pessoas foram presas, desde a madrugada desta segunda-feira (22), em cumprimento a mandados de prisão na capital. A ação é de uma operação da Polícia Civil contra presos do regime fechado que violaram o monitoramento eletrônico e eram considerados foragidos do Sistema Prisional.

Na manhã desta segunda-feira (22), no Comando de Policiamento Especializado da Polícia Militar (CPE), localizado no bairro Dom Pedro, Zona Oeste da capital, foram apresentados cinco suspeitos, entre eles, quatro homens e uma mulher. Além disso, dois que não foram apresentados encontram-se em Delegacias da capital. Durante a semana, mais quatro pessoas também foram presas pela Polícia Civil e Militar do Amazonas.

De acordo com a Secretaria de Segurança do Estado do Amazonas, o objetivo da Operação “Rastreamento II”, é reduzir os índices de criminalidade.

O secretário de Segurança Pública do Estado, coronel Amadeu Soares, explica que a operação realizada é relacionada a presos que praticavam crimes na capital sob monitoramento eletrônico.

“O objetivo é cumprir os mandados de prisão expedidos pela Justiça em desfavor de quem praticou alguma violação à tornozeleira eletrônica ou estava na prática de crimes, estando sob utilização da tornozeleira eletrônica”, explica o coronel Amadeu Soares.

Ainda segundo o secretário, há inquéritos em andamento que apontam que os suspeitos com tornozeleiras estavam na cena do crime.

“É uma prova técnica que o GPS dá com precisão a localização do preso e fica muito fácil apresentar isso para a Justiça”, ressalta.

Conforme o delegado Guilherme Torres, secretário Executivo de Operações (Seaop), entre os crimes pelos quais os suspeitos respondem, há roubo e homicídios.

“Os presos que receberam essa tornozeleira, quer direta ou indiretamente, no polo ativo ou polo passivo, estão envolvidos em homicídios e roubos e isso é fato. Houve uma quebra natural do sistema (…) Eles estão indo para o regime fechado, vão participar de uma audiência e vão justificar ao juízo porque a tornozeleira estava desligada ou rompida, o que foi constatado em alguns casos. Vai ser instaurado também um inquérito por dano qualificado, trata-se de um patrimônio público. Cada kit de tornozeleira custam aos cofres públicos cerca de R$1.300,00. Se formos analisar, todo dia é um baque no orçamento da segurança”, finaliza Torres.

Fonte: G1


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