- Economia

Taxa de empresas que fecharam as portas supera abertura de novas unidades no AM

O número de unidades locais de empresas no Amazonas em 2016 foi de 31.098, segundo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na quarta-feira (3). Naquele ano entraram 6.357 unidades, o que representa de 20,5%. No entanto, as saídas foram maiores (6.879) ou 22,1%. O que significa que as unidades que fecharam superaram aquelas que abriram em 522 unidades (1,6%). No ano, o Amazonas foi o Estado que apresentou a maior taxa de entradas de unidades, segundo do Amapá (20,4%), o Maranhão (19,9%) e Roraima (18,6%).

As unidades locais das empresas, que são seus endereços de atuação, ocupavam em 2016, 349 mil pessoas assalariados. Segundo o IBGE, Entraram naquele ano 18.740 trabalhadores, com taxa de entradas de 5,4%. Já as saídas foram 14.132 pessoas e resultou numa taxa de 4,0%. Portanto, no ano, as entradas superaram as saídas em 4.609 postos de trabalho.

Em 530 endereços de empresas formais, a pesquisa detectou alto crescimento. O que significa que elas apresentaram crescimento médio de pessoal ocupado acima de 20% por um período de três anos. A maior concentração dessas empresas estava na atividade de comércio, onde foram encontradas 244 com esse perfil. O segundo maior grupo foi das atividades administrativas e serviços complementares com 60 unidades. As empresas de alto crescimento empregavam 32 mil pessoas e pagavam em média 1,8 salários-mínimos por mês. Nesse aspecto, a indústria extrativa pagava o melhor salário (9,3 salários-mínimos mensal).

O IBGE destacou, ainda, as empresas denominadas “gazelas”. Elas são representadas por um subgrupo das empresas de alto crescimento, que abrange empresas com idade entre 3 e 5 anos e apresentam crescimento médio anual superior a 20%, em um período de três anos.

“Em 2016 elas eram 60 em todo o Estado, e empregavam 3578 pessoas, pagando em média 1,5 salários-mínimos mensais. A exemplo das empresas de alto crescimento, o comércio também concentrou o maior número de unidades com essa característica (32), ficando também as atividades administrativas em segundo lugar com 11 unidades”, informou o IBGE.

No ano de 2016, em Manaus, a taxa de entrada das empresas (relação entre o número de empresas que entraram no mercado e o total de empresas) chegou a 20,1% o que representou a entrada de 4.649 novas unidades locais no mercado. Por outro lado, a taxa de saída (relação entre o número de empresas que fecharam e o total de empresas) chegou 20,2% o que representa a saída de 4.675 unidades locais do mercado manauara.

“Assim, pode-se dizer que mais unidades locais “fecharam a porta” do que entraram no mercado manauara”, destacou.

Fonte: G1/AM


There is no ads to display, Please add some

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *