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Ligado ao neonazismo, lutador alemão tem contrato rescindido pelo UFC antes de estreia

O lutador alemão Timo Feucht foi retirado da programação do evento da próxima quarta-feira do UFC na Ilha da Luta. O motivo: o jovem peso-meio-pesado tem ligação passada com o movimento neonazista.

A informação é do site “MMA Fighting”. O Ultimate rescindiu a oferta ao alemão, que estrearia no “UFC: Kattar x Ige” contra o norueguês Kenneth Bergh, após descobrir sobre seu passado. Feucht esteve envolvido com grupos neonazistas e de extrema direita e foi uma das 215 pessoas presas por um ataque no distrito de Connewitz, em Leipzig, em 11 de janeiro de 2016.

Segundo reportagem do site “Bell Tower News”, o grupo neonazista usou “pirotecnias explosivas, spray de pimenta e outras armas, e destruiu vitrines de lojas, restaurantes e pubs, destruiu carros e atacou pessoas presentes no distrito. Mais tarde, machados e facas também foram apreendidas na cena do crime.” Outros quatro membros da equipe de Feucht na época, o Imperium Fight Team, também foram presos pelo ataque.

Timo Feucht, 24, foi convocado de última hora pelo UFC para lutar no evento de 15 de julho e fazer sua estreia na companhia. O peso-meio-pesado alemão tem oito vitórias e uma derrota na carreira – o único revés foi contra o brasileiro Klidson Abreu, no Brave CF, em 2017. Segundo o “MMA Fighting”, Feucht também foi demitido do Brave em 2017 após a organização descobrir sua ligação com neonazistas. Ele treina atualmente na mesma academia que Alexander Gustafsson e Ilir Latifi, na Suécia.

Fonte: Globo esporte


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