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No kart com Rodrigo Piquet #8: O segredo da libra

Olá, amigos do Voando Baixo! Se a gasolina equivale ao alimento dos carros de corrida e o motor à musculatura, os pneus correspondem ao coração. No kart mais ainda. Como os conjuntos chassi-motor são muito mais padronizados para o grid todo que nas categorias de carro, extrair o máximo dos pneus é vital para o sucesso do kartista. E aqui a margem para conseguir a melhor performance dos pneus também é muito estreita. Diferente dos carros e seus ajustes de rigidez de suspensão, regulagem de barras estabilizadoras, etc, no kart trabalhar bem o pneu significa precisão na calibragem.

É “o segredo da libra”.

Fazer o pneu trabalhar com a pressão adequada na hora certa faz toda diferença. Como aliás meu tio mostrou para o mundo quando inventou o aquecimento de pneus na F3 e depois levou para a F1.

A temperatura faz subir a pressão dos pneus. Então os pilotos usam os treinos para achar a melhor calibragem, tanto com os pneus frios quanto com os pneus aquecidos. A leitura adequada da pista é muito importante e aqui o que faz diferença é quilometragem no traçado onde vai competir. É por isso que a cena brasileira do kartismo migrou para o Speed Park em Birigui (SP) neste ano: todos querem se preparar da melhor maneira para o Brasileiro. E depois para o Mundial de 2021.

Fonte: Globo esporte


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