Governadores avaliam que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de autorizar estados e municípios a comprarem vacinas sem aval da Anvisa servirá como uma “dupla pressão” para que a União viabilize uma imunização rápida contra a Covid-19.
Nesta quinta-feira (17), o ministro Ricardo Lewandowski autorizou governadores e prefeitos a comprar vacinas registradas por agências sanitárias estrangeiras. A liberação vale também para o caso de a União descumprir o plano de imunização.
Pela decisão, estados e municípios poderão comprar os imunizantes caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não libere o produto no prazo de 72 horas após a apresentação do pedido.
Ainda assim, é consenso entre governadores que o ideal será o governo federal conseguir implementar uma vacinação rápida, incluindo todas as vacinas disponíveis, inclusive a desenvolvida pelo Instituto Butantan.
“Até porque tem estados que não tem condições de fazer essa compra de vacinas no mercado internacional. Isso criaria dois tipos de brasileiros nessa pandemia. Portanto, é importante que o Ministério da Saúde assuma essa responsabilidade. Mas a decisão do Supremo funciona como uma espécie de plano B”, reforçou outro governador.
Fonte: Divulgação
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