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Em podcast, Carol Gattaz, a “fênix do vôlei”, comemora bi da Copa Brasil e foca primeira Olimpíada

Em meio à correria das disputas de duas competições, Carol Gattaz mal encontrou tempo para comemorar o bicampeonato da Copa Brasil, conquistado no último final de semana em Saquarema, no Rio de Janeiro. A central do Minas viajou direto para São Paulo para a disputa com o Osasco pela Superliga, e encontrou um tempinho para uma entrevista para o podcast “Na Rede com Nalbert”.

A vitória suada sobre o Praia na final da Copa Brasil, no tie-break e em quase três horas de jogo, foi um dos assuntos entre Nalbert e a jogadora.

– A gente já sabia que o jogo com o Praia seria bastante pesado física e emocionalmente, mas é justamente por isso que acho que estamos no caminho certo. Quando estávamos no quarto set, com 24 a 21, a um ponto de fechar o jogo e perdemos, deu para ver na cara de todo mundo o cansaço, mas a gente sabia que isso poderia acontecer. Só que o time é muito comprometido, a gente luta até o final sempre, e esse título acabou vindo nos detalhes, foram eles que fizeram a diferença – analisou Carol.

Líder dentro e fora da quadra, a central falou sobre os protocolos que estão sendo adotados durante a Superliga e que espera que haja modificações para os playoffs da Superliga.

– No Minas os protocolos são muito rígidos, mas, quando saímos de lá, não temos o controle de mais nada. Viajamos, passamos por aeroportos lotados, por isso acho que a CBV e os clubes precisam conversar para adotar um protocolo de bolha nas quartas de final. Muitas vezes nessas conversas se pensa só no próprio umbigo, quando deveria ser pensado no melhor para todos. Se um time tiver problemas de surto de covid-19, pode ter o desempenho totalmente afetado, como já vimos – disse.

Com sete temporadas no Minas, a veterana foi chamada de “a fênix do vôlei”, já que aos 39 anos, considera que está em sua melhor forma física e mental – e justamente por isso, quer brigar por uma vaga olímpica.

– Sou muito fã de terapias alternativas, faço yoga, tenho nutróloga, faço meditação e tomo suplementos alimentares. Todo mundo tem dor, mas se a gente conseguir minimizar isso, a vida útil do atleta aumenta. Tenho um objetivo de vida disputar uma Olimpíada – fui cortada em 2004 e 2008, mas hoje minha cabeça é diferente e me sinto muito melhor fisicamente. Sei que a carga na seleção é muito maior do que em clube, mas claro que vou brigar por esse objetivo – finalizou Carol.

Fonte: Globo esporte


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