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Polyana Viana revela meta no UFC hoje: “Quero ganhar dinheiro para conseguir ajudar a minha família”

Depois de finalizar Mallory Martin ainda no primeiro round no último sábado, Polyana Viana emendou duas vitórias seguidas pela primeira vez no UFC. O pensamento da brasileira peso-palha (até 52kg) sobre o futuro é bem diferente do discurso “quero enfrentar alguém do ranking”. A meta da lutadora paraense de 28 anos é engordar a conta bancária.

– Estar pronta, acho que estou (para enfrentar as melhores da divisão). Mas, no momento, não é o que estou visando. No momento quero ganhar dinheiro para ajudar minha família, e não quero subir para depois descer. Por enquanto, só quero ganhar dinheiro, não estou visando lutar pelo cinturão imediatamente – disparou Polyana na coletiva do UFC 258.

A lutadora da equipe carioca TFT também disse que está mentalmente mais forte, principalmente com a família mais perto dela, que mora no Rio de Janeiro.

– Infelizmente, dois anos atras não estava bem de cabeça. Sempre treinei bem, tentei manter minha performance, mas a gente sabe que o atleta tem que estar muito bem de cabeça para isso acontecer. E agora estou muito bem, estou com minha família perto, e acho que agora sim vocês vão conhecer a Polyana Viana.

Sobre a luta com Mallory, Polyana disse não ter se surpreendido com o fato de o duelo acabar no chão, mas não pensou que isso fosse acontecer tão rápido. Quando viu a chance de encerrar a luta, aplicou a chave de braço com 3m18 do primeiro round.

– Achei que teria mais luta em pé, treinei bastante minha trocação, inclusive acho que a nocautearia. Mas também vi isso, achei que ela me levaria para o chão e a luta se desenvolveria lá (…). Quando ela pegou meu pé, quis logo acabar com a luta ali.

Quando já estava por baixo da americana, Polyana encaixou um triângulo e conectou muitas cotoveladas, até que fez a transição para a chave de braço e forçou os três tapinhas de Martin.

– Fiquei impressionada que as cotoveladas não abriram o rosto dela, porque o meu cotovelo está doendo (risos). Quando já variei por cima do armlock, o braço dela estalou muito, até chamei o juiz.

Fonte: Globo esporte


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